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REPORTAGEM
INSTANTÂNEA
Líder comunitário critica
administração municipal
BARRA
MANSA - A indignação
pela sujeira do bairro Nossa Senhora
de Lourdes (antiga Vila Brígida)
tem contribuído para o crescimento
da revolta contra o prefeito da cidade.
Trata-se do descaso público em
relação ao local que está tomado
por mato alto, lixo, bichos peçonhentos
e ainda o fato de um barranco desmoronado
em outubro do ano passado até hoje
não ter a terra retirada do meio
da Rua Ruth Nogueira Silva. A indignação
dos moradores é com a falta de
cumprimento pela administração
municipal das promessas realizadas em
campanha.
VOTOS PERDIDOS
“O prefeito prometeu dar uma atenção
ao bairro neste mandato. Solicitamos
no começo de dezembro a limpeza
das ruas e o recolhimento da terra do
barranco. Eles prometeram e não
fizeram nada”, critica o presidente
da Associação de Moradores,
José Magno Dionísio, o
Zé Carpinteiro. O presidente revela
que segunda-feira recebeu uma ordem do
coordenador de Resíduos Sólidos,
Jackson Rabelo, de que a coordenadoria
só iria realizar a limpeza após
a retratação por meio de
carta do líder comunitário
por intermédio de A VOZ DA CIDADE.
“
Eu disse que não iria desmentir
a minha palavra e que o jornal publicou
apenas a verdade. Mas afirmo que o Jackson
mentiu e permanece na mentira porque
até hoje não cumpriu as
promessas de limpeza adequada às
necessidades do bairro”, desabafa
Zé Carpinteiro. O líder
comunitário explica que sua revolta
se deu devido à vergonha que ele
passou ao prometer para a comunidade
que antes do Natal o local estaria limpo.
“Ele prometeu mandar um caminhão para limpar o local. Nas pela sua
incompetência, pela primeira vez em meu mandato eu passei vergonha diante
dos moradores do bairro”, revela Zé Carpinteiro.
SUJEIRA
A situação da área é caótica
e a cada dia aumenta o número
de problemas. As proximidades da quadra
poliesportiva estão tomadas por
mato alto, os bueiros estão todos
entupidos, o barranco que caiu em cima
de uma casa permanece com a terra atrapalhando
o trafego dos moradores e ainda bichos
peçonhentos se multiplicam nas
casas da comunidade local.
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