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Casas são recuperadas
após
chuva de granizo
RIO
CLARO - O terror causado pela chuva
de granizo do tamanho de bolas de sinuca
no bairro
Morro do Estado, dia 22 de dezembro,
já foi contornado pela prefeitura.
A administração municipal
comprou cerca de cinco mil telhas que
foram doadas para as 300 famílias
atingidas. No dia seguinte ao transtorno
natural, a recolocação
dos telhados destruídos começou
a ser realizada pela equipe da própria
prefeitura. Os gastos com o material
comprado chegam a cerca de R$ 60 mil,
que foram pagos pelos cofres públicos
do município.
As 50 famílias abrigadas no Colégio
São José foram as primeiras
a receber a doação das
telhas para reconstrução
das casas. Segundo o secretário
de Obras e Serviços Públicos,
Robson Bastos, todos os prejudicados
com a tempestade receberam o material
(telhas) para reposição,
e em algumas casas a equipe da secretaria
contribuiu com os moradores para a recolocação
dos telhados.
“
Tivemos casas em que a destruição
foi quase total. Muitos domicílios
nós ajudamos a recolocar, e outros
apenas doamos as telhas. No bairro moram
diversos trabalhadores de construção
civil”, explicou o secretário
de Obras e Serviços Públicos.
Apesar da atuação emergencial
da prefeitura, ainda há trabalhos
de limpeza urbana a serem realizados.
De acordo
com Robson, a atuação
da prefeitura tem sido constante no sentido
de recompor o bairro, mas ainda é necessário
o recolhimento de barrancos e retirada
de barreiras que se originaram da chuva
de granizo. “Cerca de 95% dos telhados
já foram cobertos, mas outros
problemas ainda estão sendo resolvidos.
Espero que não ocorra outra chuva
dessa. Tempestades assim só acontecem
a cada 50 anos”, revela o secretário.
NATAL
ABALADO
Os moradores do bairro atingido
passaram as festas de final de ano abalados
com
a tempestade. A chuva intensa durou apenas
30 minutos, que foram suficientes para
a destruição de cerca de
150 telhados das casas do local. Após
a contabilização da destruição,
as famílias nas quais a situação
dos domicílios eram piores foram
abrigadas no Colégio Municipal
São José.
No mesmo dia a prefeitura assumiu a responsabilidade
dos gastos com as perdas materiais e
também com a alimentação
dos abrigados no Colégio Municipal. “Há famílias
que perderam tudo porque com a queda
dos telhados algumas paredes também
caíram”, afirma o secretário
de Agricultura e Meio Ambiente, Carlos
Antônio Farias Martins, o Cacá.
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