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Produção
rural da região se destaca no estado
BARRA
MANSA E VOLTA REDONDA - Com a produção
de 150 toneladas de verduras e legumes,
a região produtora de Santa Rita
de Cássia tem se destacado no cenário
estadual. O crescimento se deu graças à parceria
entre os 80 produtores que trabalham no
local. Atualmente a área produtiva
já emprega cerca de 400 produtores
rurais diretos e mais de dois mil indiretos.
Com o objetivo de expansão dos negócios
da cooperativa, os agricultores se organizaram
em blocos para a compra de terras atualmente
arrendadas com potencial de produção
de insumos para as lavouras. A perspectiva
dos agricultores é comercializar
as verduras e legumes com o Restaurante
Popular da cidade.
De acordo com o presidente da Associação
de Produtores Rurais de Santa Rita de Cássia,
João Batista de Oliveira, 54 anos,
a comercialização dos produtos
cultivados são vendidos para feiras
livres e supermercados da região,
mas a partir deste ano a pretensão é expandir
as vendas das hortaliças que geralmente
sobram para o Restaurante Popular.
Atualmente são vendidos para o restaurante,
mantido pelo governo do Estado, cerca de
meia tonelada ao dia de hortaliças.
Entre as verduras e legumes mais comercializados
estão alface, com vendas de 100
quilos, couve, com 150 quilos, repolho
com 140 quilos e cebola e brócolis
com 100 quilos.
CONQUISTA
O produtor rural Carlos Alberto de Oliveira,
34 anos, conseguiu comprar por meio do
Banco de Terra uma parte dos 150 alqueires
de terra no qual são plantadas
as hortaliças. Além da
compra do pedaço de chão,
o produtor expandiu os negócios,
tendo cinco funcionários. O dinheiro
utilizado pelo empresário do campo
foi obtido por meio de um financiamento
com o banco e será pago em parcelas
de R$ 200.
Segundo Carlos Alberto, com a queda nos
gastos mensais devido ao fim do pagamento
dos aluguéis dos imóveis
que custavam parte do produtor, cerca
de R$ 500 a R$ 1500 mil, os valores economizados
serão investidos em compra de
novos equipamentos, ferramentas e motores
a diesel, utilizados na irrigação
devido à falta de energia elétrica
no campo.
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