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Sexta-feira 13, dia de superstições

     BARRA MANSA/VOLTA REDONDA - Hoje é sexta-feira 13, batizado por muitos como o “dia do azar”. Algumas pessoas evitam nesta data passar por baixo de escadas, cruzar com um gato preto, mesa com 13 convidados, quebrar espelho e outras situações. Há os que não acreditam, é claro. Mas até esses acham bom não abusar. O número 13 tem até uma explicação bíblica, sendo considerado um símbolo de desgraça. Em outros países, como na Europa, os hotéis não têm o 13º andar, pulando do 12º ao 14º na numeração.
     A equipe de reportagem de A VOZ DA CIDADE procurou algumas pessoas de renome nas cidades de Volta Redonda e Barra Mansa. A surpresa foi que nenhum deles se disse supersticioso.

“Não tenho nenhuma supertição em relação à sexta-feira 13, ao contrário. Encaro todas numa boa, sem medo. Tento também superar o preconceito estabelecido pela sociedade. Respeito os supersticiosos. O preconceito para com a data está nos olhos de cada um. Em relação a passar embaixo de escadas, ontem mesmo passei e nada me aconteceu. Isso não tem problema. Já algumas pessoas temem até passar numa encruzilhada onde tem despacho nesta data.” José Maria da Silva, o Zezinho, coordenador do Movimento pela Ética na Política de Volta Redonda (MEP)

“Não tenho nenhuma supertição, pois acredito em Deus. Encaro a data sem problemas. Sou católico e acho que tem supertição quem não acredita em si próprio. Passo também embaixo de escada sem nenhum medo, seja dia 13 ou outro qualquer.” José Martins de Assis (PMDB), o Tigrão, vereador de Volta Redonda

“Não sou. Não acredito em destino nem sorte, mas naquilo que Deus nos reserva. Não evito passar debaixo das escadas, não tenho medo de gato preto. Acho que pessoas que acreditam em superstição não têm fé no coração.” Rodrigo Drable (PSC), vereador de Barra Mansa

“Não tenho superstição. Pergunta ao Zagalo, ele também não acredita. Têm muitas pessoas que são supersticiosas. Acredito nos fatos reais e comprovados. Questão de número, cortar o cabelo na minguante, não evito passar debaixo da escada, levantar com o pé esquerdo. Já se foi a época em que as pessoas acreditavam nisso.” José Antônio da Silva Duque, responsável pela promoção e divulgação do Centro Assistencial de Formação Profissional e Cultural (Cafop).