| Lula
pode visitar cidade para lançamento
da pedra fundamental da UFF
VOLTA
REDONDA - A deputada estadual Cida
Diogo (PT) esteve ontem no campus da Universidade
Federal Fluminense (UFF) para visitar as
obras do primeiro prédio da Universidade
do Sul Fluminense. Enquanto ela não
estiver funcionando, o prédio em
construção será vinculado à UFF
para a aplicação de novos
cursos.
De acordo com Cida Diogo, existe a possibilidade
de o presidente Luiz Inácio Lula
da Silva participar do lançamento
da pedra fundamental - que marca definitivamente
o início das obras - em fevereiro.
A obra ficará pronta no final deste
ano e existe a previsão de começar
a construção de outro prédio
da Universidade do Sul Fluminense em junho,
no bairro Aterrado. “A idéia
são três prédios que
atenderão a toda a região. É uma
luta de muitos anos que está se
concretizando”, comemora a deputada.
Enquanto a universidade da região
não estiver pronta, a UFF realizará novos
cursos. “O local é o terreno
gramado ao lado da UFF. Será construída
no segundo andar do prédio antigo
uma passagem para o local novo”,
conta.
Esse prédio, de acordo com Cida
Diogo, terá seis andares e será voltado
para os cursos de Administração
de Empresas e Engenharia de Agronegócios.
Dois novos cursos serão anunciados
até o final do ano.
INAUGURAÇÃO DA SEDE
Depois da visita ao campus da UFF, a deputada,
que também é presidente do
PT em Volta Redonda, inaugurou na noite
de ontem a nova sede do diretório
municipal do partido. Cida explica que
a mudança foi necessária,
visto que a direção antiga
do partido deixou alguns déficits.
A sede nova fica na Avenida Paulo de Frontin,
626, 2o andar, no bairro Aterrado. A inauguração
contou com a presença de cerca de
100 pessoas, entre filiados e membros de
diretórios de outros municípios.
Segundo a deputada, o aluguel da antiga
sede, que funcionava no bairro Vila Santa
Cecília, era de R$ 800. Com a mudança,
o partido arcará com um aluguel
de R$ 500. “Vamos trabalhar para
atender àquilo que o partido pode
custear. Continuaremos tendo atuação,
porém temos que nos preocupar com
o déficit”, garante a deputada.
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