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O
PREFEITO Silvio de Carvalho viu de
perto o trabalho dos técnicos
do CCZ
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Zoonoses
CCZ divulga estatísticas de 10 meses
de atuação
PPI é cumprido
pela primeira
vez desde 2002
RESENDE
- O prefeito Silvio de Carvalho
e o secretário de Desenvolvimento
Sustentável, Saúde e Qualidade
de Vida, José Luís Balieiro,
visitaram segunda-feira o Centro de Controle
de Zoonoses de Resende, inaugurado dia
23 de março de 2005. O prefeito
conheceu as estatísticas dos primeiros
dez meses de funcionamento do setor, acompanhando
o trabalho do órgão responsável
pelo combate à dengue, roedores,
caramujos e escorpiões, assim como
doenças transmissíveis pelos
pombos.
Uma das conquistas do CCZ em 2005 foi o
cumprimento, pela primeira vez, do Plano
de Pactuação Integral (PPI).
O PPI foi firmado em 2002 com o governo
federal, estipulando objetivos a serem
cumpridos na área de Vigilância
Epidemiológica - uma delas é o
estabelecimento de uma meta de visitação
domiciliar para o controle, por exemplo,
da dengue. “Em 2005 fizemos quase
280 mil inspeções domiciliares,
cumprindo pela primeira vez o PPI, que
impõe como meta para Resende a realização
de pelo menos 273 mil visitas a residências.
Outro ponto importante é que não
registramos nenhum caso de dengue em 2005.
Nosso índice de infestação
foi de 0,8%, abaixo do 1,0%, percentual
que a Organização Mundial
de Saúde e o Ministério da
Saúde consideram como normal”,
informa José Luís Balieiro.
O CCZ desenvolve ainda o monitoramento
da qualidade da água consumida em
logradouros e prédios públicos,
como creches e escolas, entre outros espaços.
O Centro de Controle de Zoonoses de Resende
e o de Volta Redonda são os únicos
no Sul Fluminense capazes de fazer a identificação
de todas as espécies de mosquito
existentes na região. O CCZ mantém
ainda calendário quinzenal de visitação
a borracharias, oficinas mecânicas
e ferros-velhos, considerados pontos vitais
para o controle da dengue.
O prefeito Silvio de Carvalho disse para
os funcionários do CCCZ que pretende
rever o Estatuto do Servidor e instituir
um novo Plano de Cargos e Carreiras para
premiar o bom desempenho dos técnicos
do setor e de servidores de toda a prefeitura. “Os
funcionários do CCZ desenvolvem
uma atividade vital, mantendo sob controle
o nível de infestação
da dengue, entre outras tarefas. Esse bom
desempenho merece o nosso reconhecimento”,
frisou.
O CCZ conta com uma área administrativa,
além de um setor onde estão
localizados o canil (destinado a cães
e gatos), e o estábulo, onde ficam
os animais de grande porte (eqüinos
e bovinos). No total existem 22 baias destinadas à permanência
dos animais, que podem ficar na unidade
de três (cães e gatos) a oito
dias (no caso de animais de grande porte).
Após esse período, conforme
determina o Decreto nº 207, de novembro
de 2000, os animais capturados podem ser
destinados ao resgate, leilão, adoção,
doação ou eutanásia,
além de poder ser transferidos para
abrigos de organizações não-governamentais.
Multa para infratores
Ao chegar ao CCZ os animais são
submetidos a um exame no qual um médico
veterinário avalia as suas condições
de saúde e por dia de permanência
no local o proprietário que quiser
resgatar o animal terá que pagar
uma taxa de R$ 11,82. No caso de reincidência,
ou seja, se o mesmo animal for novamente
capturado na rua, o proprietário
terá que pagar, além da diária,
uma multa. O Centro funciona na Rua Eurídice
de Almeida, 300, no bairro Vila Vicentina
e tem capacidade para abrigar 72 animais
de pequeno, médio e grande portes.
As denúncias de animais soltos nas
ruas (cães, gatos, eqüinos
e bovinos) podem ser feitas de segunda
a sexta-feira, pelo telefone 3381.4413.
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