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POLÍCIA MILITAR encontrou pedras de crack e trouxinhas de maconha

APREENDIDAS
Pedras de crack e maconha
Serviço Reservado recebeu denúncia de que numa casa estaria sendo feito comércio de drogas

RESENDE - Os policiais do Serviço Reservado Estevão e Rogério, auxiliados pelo tenente Thales, o cabo Pontes e o soldado Alfredo, apreenderam na tarde de ontem 20 pedras de crack e dez trouxinhas de maconha, além de certa quantidade de dinheiro. Durante a apreensão, os policiais detiveram em flagrante o desempregado José Leonardo Alves, 20 anos, acusado de estar vendendo a droga e um menor, cujo nome está sendo preservado.
Por volta das 11 horas, os policiais receberam denúncia anônima informando que na casa de número 29, localizada na Rua 1, no bairro Vila Isabel, na região da Grande Alegria, estaria sendo realizado o comércio de drogas. Os policiais foram ao local e montaram campana, quando, às 12h40min, um homem desconhecido bateu na porta da casa. “Aproveitamos a oportunidade para dar o bote. Quando avançamos para abordá-lo o homem saiu correndo. Já no interior da residência encontramos o desempregado, que estava sentado, próximo de um menor e um outro homem que foi autuado como testemunha e estava fazendo tatuagem. Num dos cômodos da casa encontramos as pedras de crack e as trouxinhas de maconha”, diz um dos policiais do Serviço Reservado.
Levado para a 89ª DP (Resende), José Alves foi autuado pelo delegado titular, Marco Antônio Alves, por tráfico de drogas. O desempregado foi encaminhado no final da noite para a carceragem de um presídio no Rio de Janeiro. Já o menor será encaminhado para o Juizado da Vara da Infância e Adolescência.
Segundo o delegado Marco Antônio, a apreensão das 20 pedras de crack no município gera preocupação. “Ficamos um pouco apreensivos porque o crack é uma droga letal e mata muito rapidamente o usuário”, revela o delegado, salientando que essa droga não é comum no Sul Fluminense. “Essa droga não é muito comum no estado, uma vez que os traficantes não gostam de vendê-la por matar rapidamente o usuário. Ela é mais comum no Estado de São Paulo”, comenta o delegado que já está trabalhando na investigação para tentar desvendar uma possível conexão de traficantes do Rio com os de São Paulo. “Vamos intensificar as investigações que estamos fazendo há alguns meses, uma vez que já houve outras prisões de crack na cidade”, conclui.