Smac
promove hoje Fórum municipal de
pessoas em situação de rua
VOLTA REDONDA - A Secretaria Municipal
de Ação Comunitária
(Smac) estará promovendo hoje, das
9 às 12 horas, no auditório
do Palácio 17 de Julho, a terceira
edição do Fórum municipal
de pessoas em situação de
rua. O encontro deverá atrair mais
de 100 convidados entre representantes
de associações de moradores,
Conselho Tutelar, Corpo de Bombeiros, Fundação
Beatriz Gama (FBG), SOS e das polícias
Civil e Militar. Segundo os organizadores,
o objetivo é discutir ações
visando à redução
dos moradores de rua no município.
Durante o evento será marcada ainda
a data do 1º Fórum Estadual
de Pessoas de Situação de
Rua, que também será realizado
na cidade.
O fórum, que faz parte das atividades
do Programa Resgate da Dignidade e Cidadania
das Pessoas em Situação de
Rua, da Smac, contará com diversas
atividades, entre elas uma palestra com
o catedrático da área de
situação de rua do Rio de
Janeiro, Jorge Munhoz. Ele falará sobre
o que leva as pessoas a viverem na rua,
entre outros. Para o secretário
municipal de Ação Comunitária,
Munir Francisco, o evento servirá para
o município mostrar as ações
tomadas para tirar as pessoas das ruas. É ainda,
segundo ele, o grande momento para que
os participantes possam apresentar novos
projetos que tenham o mesmo objetivo.
CONVOCAÇÃO
Com a finalidade de transformar o fórum
num grande sucesso, os organizadores estão
convocando a população em
geral para participar. A intenção
não é só mostrar o
que já vem sendo feito, mas sim
buscar novas sugestões para dar
continuidade aos trabalhos desenvolvidos
em Volta Redonda para a retirada das pessoas
das ruas. Isso porque desde a criação
do Programa Resgate da Dignidade e Cidadania
das Pessoas em Situação de
Rua no município, no ano passado,
mais de 60% das pessoas em situação
de rua já estão sendo atendidas.
Atualmente, os bairros que mais atraem
moradores de rua são Retiro, Vila
Santa Cecília, Centro, Retiro e
Conforto. No Retiro, moradores e pedestres
reclamam bastante dos moradores que ocupam
constantemente a Praça Tiradentes.
No local vivem pelo menos dez pessoas,
entre homens e mulheres.
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