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Eta, capixabinha!
O capixabinha que em má hora aportou em Barra Mansa continua fazendo das suas no governo municipal, indiferente à própria legislação eleitoral, como se a certeza da impunidade lhe desse esse direito.
A VOZ DA CIDADE, com a independência de não se acabrestar financeiramente ao prefeitinho, vem denunciando as mazelas que ele comete em sua administração (?), um rosário de aleivosias sob a égide da impunidade.
O prematuro lançamento da campanha de sua mulher para a Assembléia Legislativa, ferindo todos os preceitos legais, dá bem a dimensão da irresponsabilidade desse capixabinha teimoso e intransigente no trato com a população, uma população com a qual não mantém nenhuma vinculação de amizade e, sequer, de respeito.
Depois de "lançar a candidatura" da mulher, ele voltou suas baterias para o candidato a deputado federal, criado por ele e para ele, com certeza, futuramente abortado. Mais uma vez foi irresponsável, ao jogar às feras um jovem barramansense de ilibada conduta e oriundo de famílias tradicionais, o engenheiro José Renato.
Na sua ânsia de criar espaço para o seu afilhado político, ele usou de forma descarada o carnaval, tentando manipular a opinião pública com favores.
A distribuição de passes para o pessoal residente em bairros foi um verdadeiro escândalo, pois o funcionalismo, aquele que trabalha e produz para o município, tem esse direito, senão negado, pelo menos dificultado pelo prefeitinho.
Ele afirma, através de sua assessoria jurídica, que os passes foram uma cortesia dos empresários, através do Sindpass. Estranha essa generosidade dos empresários que usufruem de tarifas onerosas às bolsas populares, com a prefeitura dando-lhes R$ 1,65 para transportar passageiros em trajetos curtos, tornando a nossa tarifa uma das mais caras de toda a região.
Generosidade que, se analisada pelo aspecto da barganha, bem justificada, pois ela acaba saindo mesmo do bolso do trabalhador que paga a sua passagem para ir e vir do trabalho. Com certeza, na próxima planilha os generosos empresários vão adicionar essa generosidade ao custo da tarifa.
A distribuição dos passes é mais um crime que o alcaide comete e a adesão dos empresários à campanha do candidato a deputado federal mostra a cumplicidade com que se governa a cidade.
O próprio pré-candidato distribuía os vales-transporte, aderindo já à prática insana de usar a máquina administrativa para angariar votos. Se os empresários quisessem mesmo mostrar a sua generosidade, que concedessem o mesmo direito aos demais políticos que se aventuram na busca de votos e não criassem um privilégio condenável e odioso para beneficiar apenas o candidato chapa-branca.