O prefeitinho de Barra Mansa, na sua ânsia
de mentir para enganar, ou tentar enganar,
a opinião pública, é um
artista. Ninguém, em tempo algum,
lhe chegará aos pés como
exímio plantador de notícias
e campanhas de marketing político.
O seu “IPTU mais barato do Brasil” está servindo
de chacota entre as pessoas equilibradas.
Todos sabem que o governo de Inês
Pandeló, do Partido dos Trabalhadores,
achacou o contribuinte com um IPTU completamente
fora da realidade econômica do município.
Depois, o prefeitinho, com habilidade,
ainda conseguiu adicionar algo mais, tornando
a carga tributária insustentável.
Mesmo que se pagasse o mínimo pelo
IPTU ainda seria muito, numa comunidade
onde o contribuinte não é respeitado
em seus mais comezinhos direitos e onde
ele não recebe do erário
municipal nenhum retorno dos tributos e
taxas que recolhe.
Não estamos pregando a desobediência
fiscal, em absoluto. Estamos apenas reconhecendo
no contribuinte o direito de espernear
com o altíssimo IPTU que recolhe
e de se sentir humilhado com a propaganda
mentirosa pregada nos postes e para a qual
esse mesmo contribuinte pagou milhares
de reais à famosa “Peçaduto”.
Aliás, uma empresa que na está na
mira dos vereadores, que desejam uma devassa
fiscal em sua contabilidade.
Um município onde a saúde
parece brincadeira e a educação
está sucateada, o IPTU não
será o mais barato do Brasil, por ínfima
que fosse a sua cobrança. E não é.
Agora, o prefeitinho lança mais
uma matéria nos jornais de seus
apaniguados. Como se fosse uma notícia
alvissareira para a população,
ele anuncia a cobrança de pedágio
nas ruas Jansen de Melo, José Alves
Caldeira, Promotor Francisco Chagas Bruno,
Pinto Ribeiro e Cristóvão
Leal.
O prefeitinho, o famoso capixabinha (que
Deus o leve de volta), só pensa
em aumentar o faturamento da prefeitura.
Ninguém sabe o porquê dessa
fome por dinheiro, mas há quem garanta
que é para ele poder continuar pagando
as gratificações de até 100%
para os que contribuem na caixinha da campanha
eleitoral.
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