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A
PUBLICAÇÃO traz
notícias das obras e ações
realizadas pelo Governo do Estado
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10
MIL OBRAS
Encarte é distribuído
José Laerte e Jovens pela Paz divulgam
realizações do Governo do Estado
RESENDE - O superintendente de Desenvolvimento
Regional no Sul Fluminense III, José Laerte
d´Elias, acompanhado de integrantes
do programa Jovens Pela Paz participou
da distribuição do periódico “10
mil obras”, que traz informações
sobre as ações realizadas
pelo Governo do Estado na capital e no
interior. O informativo foi entregue simultaneamente
nos municípios de Resende, Itatiaia,
Porto Real e Quatis, que compõem
a Região das Agulhas Negras.“O
Governo do Estado está fazendo uma
revolução em todo o estado,
promovendo não só o desenvolvimento
da capital como de todo o interior. Esse
trabalho foi continuado pela governadora
Rosinha Garotinho, que vem promovendo ainda
mais a consolidação do interior,
onde os 92 municípios em pleno desenvolvimento
possam formar um Estado do Rio forte economica
e socialmente. Prova disso é que
o Governo do Estado, no mês passado,
bateu o recorde com a conclusão
das dez mil obras, que foram iniciadas
em 1999, num investimento total de R$ 3,2
bilhões”, diz o superintendente,
ressaltando que nenhum governo conseguiu
fazer tanto em pouco mais de seis anos. “O
Estado tornou-se um grande canteiro de
obras de infra-estrutura, segurança,
ampliação de hospitais, escolas,
construção de pontes, estradas
e casas populares que abrangem os 92 municípios,
com melhorias que estão transformando
a vida dos fluminenses”, diz.
Para José Laerte, as mudanças
no estado aconteceram graças a uma
gestão com programa de governo. “O
Governo do Estado tem um programa de gerenciamento
e não uma plataforma eleitoral.
Pelo contrário, foi feito um programa
de governo baseado no planejamento setorial
e na realidade do estado como um todo.
Essas obras não são apenas
de infra-estrutura. Paralelamente, o Governo
do Estado teve que cuidar da rede de prestações
de serviços à população,
que também necessita de instalações
físicas”, ressalta o superintendente,
lembrando que nesse balanço estão
as grandes obras de fundo econômico,
como estradas, ampliação
de aeroporto, diversificação
de oferta de energia, além das de
fundo social, como salas de aula, novas
unidades de ensino técnico e profissionalizante
e educação a distância,
farmácias e restaurantes populares,
clínicas populares de atendimento
a dependentes químicos, salas populares
de cinema, reforma do complexo do Maracanã,
laboratórios de informática
na rede estadual de educação,
reforma e construção de hospitais,
delegacias legais, casas de custódias
e batalhões da Polícia Militar. “Essas
obras estão aí e vão
ficar, seja qual for o destino político
do Estado, porque elas são concretas. É um
legado que não pode ser desprezado,
porque só teve um objetivo, contra
o qual ninguém pode ficar: o bem-estar
da população, fim último
de um governo sério, porque eleito
por essa mesma população
e sustentado pelos impostos que ela paga.
Afinal, foi uma estratégia que pensou
no Estado não só como um
pólo turístico e cultural.
Pelo contrário, foi criada a infra-estrutura
necessária para o desenvolvimento
econômico e social dos 92 municípios”,
finaliza.
Além de entregar o informativo com
as dez mil obras, o superintendente ouviu
a opinião da comunidade. Uma delas,
a doméstica Nadir da Conceição
Gonçalves Moreira, 33 anos, moradora
do bairro Alvorada, em Resende, pedia que
o Governo do Estado construísse
um Restaurante Popular no município. “Seria
uma bênção que a governadora
Rosinha Garotinho construísse em
Resende o restaurante popular. Ele ajudaria
muita gente que não tem como ir
para casa no horário do almoço
e acaba ficando sem a principal alimentação.
Com o restaurante popular apenas com R$
1 poderíamos comer uma alimentação
saudável e de boa qualidade”,
disse Nadir, cuja família participa
do programa da Farmácia Popular,
que vende medicamentos e fraldas a R$ 1. “Meus
pais e meus tios , que são idosos,
compram os medicamentos na Farmácia
Popular. Antes, eles gastavam uma boa quantia
para comprar os remédios mensalmente”,
disse.
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