Os funcionários públicos
do município de Barra Mansa vêm
sofrendo verdadeiro assalto em seus direitos
e conquistas, dede o início do governo
de Inês Pandeló (PT), em janeiro
de 1997. Todas as conquistas asseguradas
no governo do professor Luiz Amaral foram
retiradas da forma mais violenta e injusta
pela atual deputada, desprezando os mínimos
princípios de ética e respeito
ao cidadão.
Foi assim no caso do pessoal da Fundação
Educacional de Barra Mansa (Febam), estendendo
depois a todas as categorias.
Quando o atual prefeitinho assumiu (ele
vinha do quadro efetivo do Saae-BM), todos
pensavam que as injustiças seriam
corrigidas, e restabelecida a justiça.
Ledo engano. Ele não só deu
prosseguimento à política
odiosa da sua antecessora como recrudesceu
a perseguição ao funcionalismo,
tornando insuportável a convivência
dentro do serviço público.
Agora, sete anos depois, a Justiça
começa, em sua soberania, a colocar
as coisas em seus devidos lugares. O juiz
de Direito Alexandre Custódio Pontual
usou a força da sua caneta para
restabelecer os direitos e vantagens dos
servidores da administração
direta, indireta e funcional, roubados
da maneira mais vil e covarde.
A administração do prefeitinho,
contra a qual existem outras ações
em andamento, pode colocar a barba de molho
e ficar ciente de que a impunidade acabou
e a Justiça começa a usar
a sua balança para pesar a dignidade
e o respeito reclamado pelo funcionalismo,
de um lado, e de outro a indignidade e
o desrespeito com que é tratada
a categoria.
A vitória do funcionalismo nessa
ação é a vitória
também do seu sindicato, que jamais
se afastou na busca da justiça e
no restabelecimento da verdade.
Os funcionários não querem
receber os atrasados, mas apenas e tão-somente
que os seus direitos sejam respeitados
a partir da sentença favorável.
Mais uma vez o funcionalismo mostra a sua
dignidade no trato com o município,
ao reivindicar a recuperação
dos valores em percentuais e não
nominais. Eles desejam, apenas, que os
seus direitos adquiridos e garantidos por
lei sejam restabelecidos.
O juiz de Direito Alexandre Custódio
Pontual, na sua sábia interpretação,
prestou um relevante serviço ao
município, pois a comunidade condenou,
desde o início, a política
de perseguição imposta ao
funcionalismo, pelo governo petista e,
depois, acelerada pelo atual prefeitinho.
Que as demais ações sejam
também julgadas com a mesma seriedade
e a mesma competência demonstradas
pelo Dr. Alexandre Custódio Pontual.
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