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PAU-DE-SEBO,
uma das principais atrações
da festa. O prêmio foi
de R$ 30
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Malhação
do Judas integra a comunidade do Novo Surubi
RESENDE - Os moradores do bairro Novo
Surubi participaram, sábado, da
tradicional festa de Judas, participando
da malhação do boneco que
ganhou o nome de Zé do Morro, e
de diversas brincadeiras direcionadas ao
público infantil, juvenil e adulto.
Cerca de 800 pessoas passaram o dia na
Escola Municipal Maria Dulce Freire Chaves,
se divertindo com as atividades organizadas
e promovidas pela associação
de moradores do bairro. Torneios de vôlei
e futebol em diferentes categorias, o tradicional
pau-de-sebo, corrida do saco e do ovo na
colher, pula-corda e queimada, com distribuição
de troféus e medalhas para os vencedores,
representaram um resgate de velhas tradições
festivas. “Essas brincadeiras, da época
dos nossos pais, servem para que as crianças
não percam essa identidade. A intenção,
também é que os adultos relembrem
seus tempos de criança e se divirtam
junto com seus filhos”, afirma o
diretor de relações comunitárias
do bairro, Cloves Alves, comentando a tradição
da festa. “Durante muitos anos essa
festa da malhação do Judas
foi promovida pelo João do Pó,
uma ilustre figura da nossa comunidade
e idealizador do evento. Depois de uns
dois ou três anos sem acontecer,
voltamos com gás total, resgatando
essa idéia com o apoio do João,
que é de grande importância
para que tudo isso continue acontecendo”,
explica.
A intenção de manter a tradição
da malhação do Judas poderá resultar
em um projeto criado pela associação
de moradores do bairro. A associação
pretende implantar, já no próximo
mês, um projeto que deve levar as
brincadeiras promovidas durante a malhação
do Judas para dentro das escolas pelo menos
uma vez por mês. “A intenção é fazer
com que as crianças se integrem
desportiva e socialmente. Além disso,
percebendo a participação
dos pais nas atividades que promovemos,
queremos fazer com que aproveitem esse
momento de descontração com
seus filhos, já que muitos trabalham
e não têm tempo para dar atenção às
suas crianças”, destaca Cloves.
A pendência se dá apenas pela
falta de patrocínio. “Estamos
correndo atrás de um patrocínio
forte para viabilizar o projeto que vai
promover não só a integração
como a sociabilidade da comunidade”,
finaliza.
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