Um novo escândalo deverá estourar
na administração do prefeito
de Barra Mansa. O povo, aliás, já se
acostumou a conviver com as mazelas de
uma administração que vai
passar sem deixar saudades.
O fato, agora, relaciona-se com a aprovação
de projeto para a construção
de um prédio na antiga Sobeu, sobre
a galeria que passa entre a velha sede
e o novo conjunto de salas, que estaria
contrariando laudo da Feema.
A aprovação teria sido fornecida
sem que o processo tramitasse normalmente,
segundo fontes do Centro Administrativo.
A mesma fonte informa que o assunto já está no
Ministério Público, devidamente
processado e que o UBM poderá ser
obrigado a demolir a construção.
O mais agravante, ainda, é que a
Reitoria da Universidade já teria
definido que, em caso de demolição,
vai cobrar da prefeitura pelos danos causados à entidade,
liberando laudo que contrariava leis específicas.
O assunto está sendo apurado devidamente
pela equipe de jornalistas de A VOZ DA
CIDADE. Até o momento, limita-se às
informações recebidas de
fonte merecedora de crédito e ligada
ao gabinete do prefeito.
Se confirmada, será a reedição
do laudo para a farmácia de manipulação
da mesma universidade que foi negado por
funcionários da Secretaria de Saúde,
pelo não cumprimento de exigências.
Depois, sem que se cumprissem essas mesmas
exigências, o laudo foi liberado
e os funcionários zelosos pelo serviço
que executam tiveram as cabeças
decepadas.
O povo precisa estar vigilante, cobrando
do seu prefeito uma posição
mais firme em defesa dos interesses do
município. Em caso de se confirmar
a demolição do prédio,
o dinheiro com que a prefeitura vai ressarcir
o UBM sairá do bolso do contribuinte,
isto é, do seu bolso, do nosso bolso.
Em nome da moralidade administrativa, a
sociedade deve cobrar do prefeito uma rigorosa
apuração, se o fato vir a
se confirmar, e impingir punição
ao responsável pela liberação
do laudo para uma obra que hoje estaria
sem condições de obter o
seu alvará.
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