| Terceirizados
da CSN aprovam pauta de reivindicações
VOLTA
REDONDA - Em assembléia realizada
ontem, na passagem superior da Usina Presidente
Vargas, trabalhadores das empresas terceirizadas
da CSN aprovaram por aclamação
a pauta de reivindicações
da categoria. Participaram da assembléia
mais de 700 funcionários das empresas
terceirizadas representadas pelo sindicato
(Sankyu, Comau, Ormec, Magnesita, K&K,
M&P Trafos, Emac, Tecnosulfur e Vais).
Com a aprovação da pauta, o Sindicato dos Metalúrgicos
de Volta Redonda e região dará inicio às negociações
do acordo coletivo, que devem ser breves, tendo em vista a data-base da categoria,
fixada em 1º de maio.
Segundo o vice-presidente do sindicato e responsável pelas negociações,
Petrônio Chiarelli, ainda esta semana deverá ter uma audiência
com a diretoria do Metalsul (Sindicato das Industrias Metalúrgicas do
Sul Fluminense) para tratar dos itens da pauta de reivindicações
da categoria.
Ano passado, depois de dias de greve, os profissionais das empresas terceirizadas
foram beneficiados com o reajuste de 10% e a elevação do piso
salarial para profissionais para R$ 600.
Segundo o sindicato, da mesma forma que a pauta foi elaborada por meio de uma
pesquisa realizada com trabalhadores, as assembléias seguintes serão
deliberadas por aclamação. Os trabalhadores reivindicam reajuste
salarial com base no INPC pleno do período de maio de 2005 a abril de
2006, mais 5% de aumento real, a partir do dia 1º de maio, data-base da
categoria. Outro item considerado prioridade pela categoria é a implantação
imediata de um piso salarial para profissionais de R$ 850; piso de R$ 1.200
para os técnicos, de R$ 700 para auxiliares e, para ajudantes, de R$
500.
A categoria pede ainda que as empresas implantem, em um mês, um programa
de Participação nos Lucros e/ou Resultados e um Plano de Cargos
e Salário.
De acordo com o Sindicato os Trabalhadores ela não abre mão de
benefícios na área de saúde. Quer a implantação
de um plano de saúde e um convênio odontológico gratuito,
para todos os trabalhadores e dependentes, sem fator moderador. Os funcionários
entendem que dessa forma haverá melhorias para profissionais que já possuem
plano de saúde, e que ele seja mantido aos trabalhadores afastados (INSS).
No total são 24 itens que compõem a pauta de reivindicações.
Cerca de sete mil funcionários trabalham nas empresas prestadoras de
serviços para a CSN.
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