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moda & beleza
Em busca de novos talentos

Sucesso total: Kênia Sonara
André Corrêa e Ana Carolina: um casal de fama
Max e Thaís Simões: fizeram o curso com Sandro e Luciano

     Os produtores Sandro Henrique e Luciano Sena, através do Studio Fotografe, estão abrindo as portas para pessoas que têm vontade de entrar para o mundo da moda com o curso de Modelo e Manequim. Desfiles, capa de revistas, fotografias e outras seções da moda estão virando realidade para várias crianças e jovens da região.
     Além de ensinar os segredos da passarela, o curso é uma espécie de seleção. Os professores escolhem novos rostos para campanhas publicitárias e desfiles no Sul Fluminense e, segundo Sandro Henrique, nas principais capitais da moda.
     Segundo Luciano Sena, em apenas dois meses o aluno está lapidado para estar no mercado, acrescentando que o curso é realizado em 16 horas, divididas em oito aulas incluindo postura, andamento, técnicas de passarela e demonstração de roupas, além de técnicas de estética, expressão corporal, etiqueta, comportamento social e ética profissional. Os alunos ainda são premiados com aulas de cultura de moda, relações humanas e palestras com profissionais (psicólogo, estilista, fotógrafo, modelos profissionais, produtores e empresários).

DICAS POR SANDRO HENRIQUE

     MODELO - Como a palavra diz, é aquela ou aquele que representa o ideal, uma pessoa digna de ser imitada, que é um molde por corresponder ao padrão de beleza e comportamento de uma época. “É também uma profissão, das mais requisitadas e sonhadas do momento. Uma espécie de materialização de um sonho, o sonho moderno da Cinderela. Fama, fortuna, glamour, com certeza, mas também um trabalho dos mais difíceis e competitivos. Em outras palavras, a vida de modelo é muito mais dura do que você supõe”, diz Sandro Henrique.

     PRODUTO - Conforme-se, você é um produto. “Claro, em diferentes escalas, todos somos. Mas uma modelo é, antes de mais nada e acima de tudo, uma mercadoria. E aqui vai a primeira, e provavelmente a mais valiosa das lições: você é exatamente igual à calça jeans exposta na arara da loja. Você será observada, avaliada, julgada e, talvez, escolhida. Uma vez entendido o conceito, você terá dado um gigantesco passo em direção ao sucesso”, ensina Luciano Sena.

     REJEIÇÃO - A primeira coisa que um booker responsável dirá a uma garota que pode vir a ser contratada é que ela vai ouvir muito mais “não” do que “sim”. “Porque é muito importante deixar claro, muito claro, que se ela não quiser muito ser modelo talvez desista quando começar a ser rejeitada. A barra psicológica é grande”, diz Henrique. “Pois é, estamos falando da profissão que muito provavelmente é a que mais fere a auto-estima da mulher. Contradição? Nem tanto. Porque se por um lado você representa o ideal feminino (alta, magra, formosa), por outro é, dia após dia, avaliada pelo cliente que, sem se importar se vai ou não ferir seus sentimentos, coloca na mesa exatamente o que pensa de seus dotes físicos”, completa Luciano Sena.

     ZEN - Pode parecer exercício budista, mas você vai ter de prestar atenção sem espernear, fazer bico ou cruzar os braços ao ouvir alguém que você nunca viu na vida tecer comentários, muitas vezes espinhosos, a seu respeito. “Lembra daquela calça jeans que você tirou da arara, olhou de cima a baixo, comparou com outras e decidiu não levar? Mais uma vez, é hora de fingir que é uma calça jeans e se preparar para ser analisada como tal”, compara Sandro Henrique. “O modo como você vai absorver o que aquele profissional está dizendo a respeito de suas características é a prova inaugural de que está se profissionalizando como modelo. Até porque, ser rejeitada não significa que você não tem jeito para a coisa, significa apenas que não era a melhor peça para aquela ocasião”, lembra Luciano Sena.

TOME NOTA

     - BACCARAT CRISTAIS acaba de trazer para o país a primeira coleção de jóias masculinas - a "B para Homens". A linha de peças, que trazem amuletos sofisticados que traduzem crenças lendárias e simbólicas, é dividida por temas e foi desenvolvida por três renomados designers europeus: Savinel & Rozé, Thomas Bastide e Philippe Airaud. Tribal, assinada por Philippe Airaud, aborda o dilema "Divino ou demoníaco?", no qual a peça resgata o espírito tribal, como um elemento de força e proteção inspirada no tubarão que, segundo o criador, é um animal místico. Já Y, por Savinel & Rozé, olha para a cultura e mitologia grega, na qual a letra Y é símbolo de evolução psicológica e da serenidade. Neste amuleto, o design da jóia apresenta duplo sentido de interpretação: dois braços abertos, que podem ser decifrados como símbolo de consciência aberta ao novo e suas influências, ou dois braços voltados para o epicentro, significando enriquecimento mútuo e interação com o espaço.

     - YELLOW PORT adquiriu camisetas, criadas pelo Projeto Moinho - Costurando o Futuro, uma iniciativa da ONG Ipê (Instituto de Pesquisas Ecológicas). As peças retratam espécies da fauna ou flora brasileira, buscando a divulgação de animais e plantas ameaçadas de extinção. A venda exclusiva, faz parte de um sistema denominado comércio justo, um movimento que propõe ampliar o acesso de pequenos produtores economicamente em desvantagem no mercado. As diversas opções de estampas, feitas com tecidos rústicos, aparecem em camisetas de malha de algodão. Um dos modelos tem aplicação do desenho de patinhas de animais nas costas; outra traz o boto em tecido na parte frontal ou de uma arara, entre outras opções. A cartela de cores é ampla, incluindo tons básicos como preto e branco, e verde-militar.

     - LEE, uma das mais tradicionais marcas de jeanswear do mundo, representada no país pela V. F. Corporation, olhou para o passado, buscando inspiração para as peças lançadas para a estação mais fria do ano, resgatando valores como simplicidade e despojamento. Focada no público jovem, não apenas de idade como também de espírito, as roupas ganham pinceladas de temas que permearam as coleções pioneiras da grife, com um olhar contemporâneo, como a sport culture das universidades americanas, o romantismo e a referência army, com cores e shapes espelhados em uniformes. Itens como calças com cinturas e ganchos deslocados, ora próximas ao corpo, ora mais amplas, ou ainda oversize, além de uma camisaria panfletária, com patchs e estrutura slim, e uma malharia rica, composta por camisetaria, casacos mais pesados e confortáveis. Destaque para as jaquetas masculinas que carregam golas de pele destacáveis ou pequenos detalhes em couro. Para as meninas, formas mais sensuais em calças retas com cinturas baixas, jaquetas e blazeres justinhos. Nas cores, verde, azul, preto, rosa, lilás e o roxo, além de areia, cáqui e branco.

     - KIDY IDEALIZOU duas linhas de tênis para a criançada (jogging e casual), que trazem o tema Superman. O super-herói dos pequenos (e também de muitos adultos) está nos tênis da nova coleção da marca, em oito modelos que apresentam detalhes do personagem em relevo e emborrachado, no cabedal e na sola. Para crianças de 2 a 9 anos, os tênis são apresentando nas cores azul, amarelo e vermelho - iguais às características cores do ídolo. A idéia da Kidy veio a calhar com estréia da mega produção cinematográfica Superman - O Retorno, com lançamento previsto para o dia 14 de julho, aqui no Brasil.