A
Pastoral Carcerária
diz que a prisão de
um chefe de família
causa dificuldades socioeconômicas
para todas as pessoas daquele
núcleo. A instituição
tem buscado, então,
assegurar a subsistência
desse grupo social, através
de cestas básicas,
entre outras ações. “Outro
sério problema é manter
o vínculo de quem
está preso com a família,
que muitas vezes têm
dificuldade em se deslocar
até onde o familiar
está por não
ter o dinheiro da passagem.
O rompimento desse vínculo
dificulta a ressocialização”,
admite o diácono Gianfranco
Orfano, coordenador da Pastoral
Carcerária.
O secretário de Desenvolvimento Social e
Solidariedade, Luiz Carlos (Kiko) Besouchet, solicitou à Pastoral Carcerária
informações sobre o número de famílias que têm
algum de seus membros à disposição da Justiça para
estudar a viabilidade de inseri-las em programas sociais da prefeitura. “Quanto
a viabilizar transporte até a Casa de Custódia em Volta Redonda,
ou para outras instituições do sistema prisional, podemos também
estudar isso. Porém, é indispensável termos um cadastro
para checarmos quantas pessoas precisam desse apoio, para definirmos como isso
pode ser feito”, pondera Besouchet.
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