Voltar   Cloves Alves
O HOSPITAL melhora o atendimento reformando a enfermaria

Concluída reforma das enfermarias do Hospital de Emergência

     RESENDE - As enfermarias do Hospital de Emergência Henrique Sérgio Gregori, no Jardim Jalisco, foram concluídas. O investimento, de R$ 100 mil, feito pela prefeitura com a Fundação Hospitalar Resende (FHR) permitiu melhorias como pintura, recolocação de azulejos, instalação de ar-condicionado e chuveiros novos; aquisição de camas novas, higienização, rebaixamento de teto e instalação de película protetora de raios solares nas janelas. “O hospital vem passando desde o ano passado por uma série de melhorias nas dependências internas e externas, além de mudanças no atendimento, que resultaram numa melhor prestação de serviços e índices extremamente positivos, como o de infecção hospitalar, hoje um dos mais baixos da região e do estado. As enfermarias estavam sem ventilador e com azulejos quebrados, entre outras coisas. Agora está tudo novinho”, explica o presidente da FHR, José Rechuan Júnior.
     Dentre as reformas já realizadas está a do Pronto-Socorro, que recebeu ventiladores e azulejos novos. Segundo Rechuan, uma nova reforma está prevista para os próximos meses. O local do repouso foi outra dependência reformada: camas substituíram as velhas macas. “Sabe-se que azulejo não é o ideal para uma instituição hospitalar, mas tudo foi higienizado e os nossos índices de infecção são bastante baixos. É importante ressaltar que tudo isso é realizado por nossos funcionários e por funcionários da administração municipal, não custando nada a mais para a prefeitura. Na enfermaria, quando o paciente olhava para o teto, via a laje. Hoje isso não acontece”, garante.

Campanha

     Rechuan informa que o Hospital de Emergência pretende desenvolver uma campanha direcionada aos acompanhantes de pacientes. O objetivo é difundir a importância de adotarem medidas que impeçam a proliferação de vírus e bactérias, que coloquem em risco os níveis de infecção na unidade. Segundo o presidente da fundação, um eventual número excessivo de acompanhantes tem relação direta com a questão. “Daí a necessidade de disciplinarmos isso. Adotamos como padrão permitir que pacientes acima de 65 anos possam receber acompanhamento. A idéia é realizar, diariamente, minipalestras para nossos funcionários, reforçando a necessidade de se manter um padrão de trabalho. Tudo isso influencia diretamente no nível de infecção de um hospital”, diz.
     O Hospital de Emergência tem investido constantemente na capacitação dos funcionários e na priorização dos gastos, em todas as áreas, inclusive na aquisição de medicamentos. Ele dá como exemplo os estudos de controle de infecção, que definem quais bactérias devem ser combatidas. Isso permite a compra de antibióticos específicos, o que significa redução de custos. “Dessa forma conseguimos investir em outras áreas, melhorando ainda mais o atendimento. Por exemplo, podemos planejar investimentos no setor de cardiologia, entre outras áreas. Os usuários são os maiores beneficiados com isso”, conclui Rechuan.