Parece
piada, mas infelizmente é uma dura
realidade. A Prefeitura de Barra
Mansa, verdadeiro poço de imoralidades
administrativas, acaba de dar mais um
exemplo de covardia contra o funcionalismo
público.
Um graduado do time do prefeito evangélico
trocou obras em terreno particular de um
matadouro por alguns quilos de costela
para churrasco. É o cúmulo
de tudo o que já foi feito no governo.
Como o castigo anda rápido - o prefeito
deve saber disso - a máquina usada
criminosamente em terreno particular desgovernou-se
e caiu numa ribanceira,
onde deverá ser tirada desmontada,
tal a dificuldade de se levar socorro.
Até aí tudo bem. O crime
maior está agora, na culpa que se
pretende lançar sobre um pobre trabalhador,
ainda em estágio probatório,
como se o operador tivesse capacidade e
competência para tirar um equipamento
da garagem, em fim de semana, para fazer
serviço particular.
O prefeito age como Pilatos, lavando as
mãos do sangue inocente do operador,
deixando ao livre arbítrio de seu
apadrinhado a decisão da sorte do
funcionário. Como a corda sempre
arrebenta para o lado fraco, já se
pode prever mais uma armação
contra um funcionário que sempre
se destacou pela operosidade e competência
no exercício de sua função.
O Sindicato dos Funcionários Públicos
tomou a frente e comprou a briga do operador,
afastado do serviço, enquanto o
comedor de costela assada continua agindo
livremente, sob as bênçãos
do prefeito.
Tudo isso leva o contribuinte a uma reflexão:
será que Barra Mansa vai suportar
ainda mais dois anos e meio de desmando,
de mentiras, de armações,
de impunidade para os culpados que agem à vontade,
praticando as maiores
barbaridades?
O prefeito precisa informar à comunidade
quem pagará o prejuízo da
máquina destruída. Aliás,
deveria ser ele mesmo, pois é o único
responsável pelo caos administrativo
que se instalou no município, delegando
poderes a pessoas despreparadas moral e
profissionalmente para exercer função
pública.
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