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Baixa temperatura dificulta pescaria no Pesque e Não Pague

     VOLTA REDONDA - De acordo com o supervisor regional da Emater-Rio, Reinaldo Altivo Guedes da Silva, o lago destinado ao Pesque e Não Pague, no Zoológico Municipal, conta com peixes de qualidade e em quantidade satisfatória para o desenvolvimento da atividade de lazer da pesca, mas por causa da baixa temperatura da estação a boa pescaria não é possível. Segundo o supervisor, os peixes são tropicais e nesse período suas atividades fisiológicas diminuem consideravelmente, o que compromete a atividade de pescar.
     O Pesque e Não Pague foi inaugurado em 17 de maio de 2004 com a finalidade, inicialmente, de beneficiar somente os idosos residentes na cidade, mas foi estendido a todas as pessoas. Com a criação do lago, os idosos, principalmente, não têm mais o porquê de ficarem em casa sem fazer nada e ainda por cima sem saber o que vão almoçar. Com o Pesque e Não Pague os beneficiados podem pescar até cinco tilápias por vez. O projeto é gratuito, mas para participar foi preciso cadastrar os idosos que a partir daí entraram no programa.
     Inédito na região, o Pesque e Não Pague começou autorizando apenas a pesca da espécie tilápia tailandesa. Na ocasião da implantação da novidade, foram lançados ao lago cerca de dez mil peixes da espécie. Depois de dois anos, a fartura é maior. Desde o início da implantação do programa, o dia escolhido foi a segunda-feira, das 7 às 17 horas. Além do peixe, os pescadores recebem anzóis e iscas de graça.
     A idéia de implantar o programa surgiu ainda no governo do prefeito Antônio Francisco Neto, do professor José Eduardo e da administração do Zoológico Municipal com o objetivo de oferecer mais atividades aos idosos da cidade, mas foi estendido à população em geral.