POLUIÇÃO – A
CONSEQÜÊNCIA DA URBANIZAÇÃO
As atividades humanas e a crescente
industrialização são
hoje um dos assuntos mais discutidos
por diversos órgãos de
proteção ao meio ambiente,
em que se destaca o aumento da poluição
nos centros urbanos.
Em 14 de setembro comemoramos o Dia do
Controle da Poluição Industrial,
contudo, quase não se comenta
a respeito desse dia, o que é um
grave equivoco, pois um dois maiores
problemas do planeta atualmente é a
poluição advinda da urbanização
e das crescentes atividades das indústrias.
A emissão de gases poluentes na
atmosfera, um dos maiores agravantes
do efeito estufa e do aquecimento global,
tornou-se a grande preocupação
de pesquisadores de vários países.
Dentre os diversos fatores encontramos
a grande quantidade de veículos,
as chaminés das fábricas
e as queimadas que lançam no ar
grandes quantidades de substâncias
que juntamente com os danos ambientais
trazem à população
problemas respiratórios, alergias,
lesões degenerativas no sistema
nervoso ou outros órgãos
e até mesmo estão relacionadas
a diversos tipos de câncer.
Essa sucessão de danos não
se restringe à espécie
humana, toda a biodiversidade do planeta
sofre as conseqüências da
poluição lançada
na atmosfera. Para ilustrar bem os prejuízos,
temos os fenômenos naturais que
estão arrasando diversos países
pelo mundo. Alguns sofrem com a seca,
outros com o frio e as terríveis
geadas e outros com tufões, terremotos
e furacões, e na estatística
final temos morte e destruição.
O homem, em sua “sabedoria e evolução” acaba
por destruir seu próprio planeta
e como exemplo disso temos a camada de
ozônio, que é o escudo natural
da Terra contra os raios ultravioletas
do sol, que está sendo reduzida
com grande velocidade devido à emissão
de poluentes altamente nocivos aos seres
vivos. Além disso, o aumento da
poluição atmosférica
causa a elevação da temperatura
do planeta, o que chamamos de efeito
estufa, fenômeno que promove grandes
alterações climáticas,
que estão intimamente relacionadas às
catástrofes naturais.
Entretanto, quem mais sofre nessa escala
são os ecossistemas e a diversidade
ecológica, que nada fizeram para
pagar o preço da irresponsabilidade
humana. Um exemplo disso é a acidez
dos rios e lagos, ocasionada pelas chuvas ácidas,
que têm como conseqüência
o desaparecimento de diversas espécies
de animais e vegetais, além do
desgaste do solo e da destruição
das florestas.
Nesse show de barbaridades, o que esperamos é que
as pessoas se conscientizem de que esse é o
planeta em que vivemos e de nada adianta
almejar outros planetas, se não
cuidamos nem do nosso. E para mudar essa
realidade, medidas como: cobrar das autoridades
uma legislação rigorosa
que obrigue as fábricas a instalarem
filtros nas suas chaminés, a tratar
os seus resíduos e a usar processos
menos poluentes; vistoria nos veículos
automotores e aplicação
de rodízio de carros diariamente,
acrescentando a isso novos meios de transportes
não poluentes, como bicicletas,
por exemplo; recolhimento de condicionadores
de ar, geladeiras e outros produtos que
usam CFCs (clorofluorcarbonos); investimentos
nas fontes alternativas de energia e
na elaboração de novos
tipos de combustíveis, como o álcool
vegetal, extraído da cana-de-açúcar
e do eucalipto, e do óleo vegetal,
extraído da mamona, do babaçu,
da soja, do algodão, do dendê e
do amendoim; planejamento das cidades,
buscando a harmonia entre a natureza
e os centros urbanos; fiscalização
de desmatamentos e incêndios nas
matas e florestas; proteção
e conservação dos parques
ecológicos; incentivo à população
para plantar árvores juntamente
com campanhas de conscientização
da população para os riscos
da poluição, que não
só causam grandes danos ao meio
ambiente como podem extinguir a espécie
humana da Terra. |