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A VOZ DA CIDADE - 37 anos
Culto em ação de graças

     Em comemoração dos 37 anos de A VOZ DA CIDADE, está sendo realizado semanalmente um culto em ação de graças no Ponto Missionário, ao lado da sede da empresa, localizada na Rua Michel Wardini, 100 – Centro, em Barra Mansa.
     O culto, em sua quarta edição, está sendo realizado às segundas-feiras, a partir das 8 horas, com direção de Maria Aparecida Pançardes, que congrega na Igreja Metodista Wesleyana do bairro Santa Rosa.
     Segundo João Pançardes, diretor-proprietário de A VOZ DA CIDADE, os cultos acontecem com a finalidade de agradecer a Deus por tudo que Ele tem feito para a empresa. “Há 37 anos estamos funcionando. Temos muito o que agradecer a Deus”, diz, acrescentando que os cultos estarão acontecendo até o dia do aniversário do Ponto Missionário, em 4 de outubro, juntamente com o aniversário da empresa.
     Aproveitando a oportunidade, João Pançardes convidou todos os colaboradores, amigos, empresários, clientes, entre outros, para participarem dos cultos em ação de graças. “Gostaria muito que todas as pessoas que já colaboraram com nossa empresa, hoje chegam a quase mil profissionais, além de nossos clientes, fornecedores, amigos, entre outros, pudessem vir e comemorar nosso trigésimo sétimo ano”, festeja.
     Após o culto tem sido servido um café aos participantes. “Estamos aproveitando a oportunidade para oferecer aos participantes um delicioso café que também serve de confraternização e um momento para integração dos funcionários. E é uma ótima idéia para começar a semana bem”, finaliza João Pançardes.

     O JORNAL
     A VOZ DA CIDADE circulou pela primeira vez no dia 3 de outubro de 1970. Fundado pelo seu atual diretor, jornalista João Batista Pançardes, percorreu o difícil caminho da divulgação, vencendo todos os obstáculos que se interpunham em sua caminhada.
     O primeiro diário da região, antes de noticiar o dia-a-dia do Vale do Paraíba, circulou em caráter quinzenal, semanal, bissemanal e trissemanal, tornando-se diário no primeiro semestre de 1973, circulando de segunda a sexta-feira para, posteriormente, circular de forma efetivamente diária e ininterrupta.
     A exemplo da maioria dos jornais brasileiros, cuja prestação de serviços ultrapassa a cronologia dos 20 anos, numa etapa inicial o sistema de produção apresentava perfil artesanal (letra a letra), mais tarde, em linotipo, passando em seguida ao sistema off-set, usando a informática na composição com trabalhos em editoração eletrônica e fotolito digital.
     Começou impresso em gráfica particular, com serviços de impressão terceirizados, ganhando espaço pouco a pouco, chegando ao estágio atual, impresso em oficina própria, com a aquisição de uma impressora off-set rotativa que lhe permitiu a mais moderna tecnologia.