Votar é preciso
O eleitor deve repudiar de todas as formas
as campanhas que se levantam em favor do
voto nulo ou branco. O ato de votar deveria
ser exaltado, pois é nesse instante
que o eleitor exercita verdadeiramente
a sua cidadania.
Quando entra na cabine a sua individualidade
está garantida. Ao acionar as teclas
indicadoras do número do candidato,
o eleitor está escolhendo verdadeiramente
o futuro para a sua família, está começando
uma nova página da história
do país.
O eleitor deve ser estimulado para votar
corretamente, escolhendo os candidatos
que realmente tenham condições
de representá-lo no Governo do Estado,
na União e nas casas legislativas.
Tomar cuidado para fugir dos engodos que
lhes são oferecidos através
de promessas demagógicas e politiqueiras,
que visam manipular a opinião pública
pura e simplesmente.
O eleitor deve avaliar em minúcias cada um dos candidatos, mas principalmente
aqueles que buscam a reeleição. Se eles nada fizeram em mandatos
anteriores ou atual, certamente continuará inócuo, beneficiando-se
do poder, locupletando-se do dinheiro público.
Existem denúncias sérias que estão sendo apuradas, dentro
de partidos políticos, na Câmara Federal e do Senado e o eleitor
deve se manter informado para não renovar mandatos que, longe de buscar
as conquistas populares, servem para encobrir atos nada recomendáveis.
Entre os que postulam o primeiro mandato, a coisa não difere muito.
O eleitor deve dispensar o seu voto para candidatos radicados na região
e, de preferência, na sua cidade, virando as costas aos forasteiros,
os chamados candidatos copa do mundo (só aparecem a cada quatro anos).
Tudo, menos o voto branco ou nulo. Esse procedimento pode também se
reverter em benefício de determinado candidato, abrindo perspectivas
para a eleição de deputados que, num quociente maior de votos,
ficariam fora.
O importante é votar conscientemente, colocando os interesses coletivos
acima de quaisquer outros. Afinal, não se exerce a cidadania individualmente. |