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Aos
eleitores do Sul Fluminense
Venho através desta agradecer
ao povo de Barra Mansa, que através
de pesquisa realizada pelo Instituto
Mind no final da semana passada, nos
colocou numa interessante posição
em relação ao pleito que
enfrentaremos no próximo domingo,
visando nossa eleição para
a Assembléia Legislativa do nosso
estado. Repito que credito esse índice
considerável de intenções
de voto, ao trabalho árduo de
todos os nossos colaboradores e amigos
que vêm difundindo a nossa candidatura
e nossas propostas que visam combater
os alarmantes índices de desemprego
que atemorizam nossos lares. Quero, caso
eleito, apresentar projetos que diminuam
a carga tributária em nossa região,
possibilitando que as empresas aqui instaladas
e as que com nossos incentivos fiscais,
futuramente virão, absorvam a
mão-de-obra que se encontra obsoleta
no mercado, além de favorecermos
a classe trabalhadora com melhores ofertas
e melhores salários.
Não acreditamos em sistemas eficientes
de saúde, nem de educação,
nem de segurança, sem que nossos
jovens e nossos trabalhadores não
desfrutem de oportunidades no mercado
de trabalho. Nosso comércio precisa
de circulação de moeda
e isto só é possível
com nosso povo devidamente empregado
e produtivo. Nossos ideais aliados a
força dos amigos e a nossa história,
além da lisura e da ética
de nossa campanha, nos credenciaram a
obter resultados tão expressivos.
Porém, quero repudiar a manchete
publicada por este importante periódico
na edição de 27 de setembro
de 2006, que me qualificava na condição
de já eleito. Muito embora o nosso
partido realmente favoreça as
nossas possibilidades, visto que temos
o primeiríssimo lugar de todas
as pesquisas do estado, em favor do nosso
companheiro Zito de Caxias, muita estrada
se encontra pela frente até domingo.
Precisamos de cada voto de todos os cidadãos
que compactuam com nossas propostas e
conheçam o nosso trabalho. Não
se ganha eleição de véspera,
e nosso passado sempre foi de total reconhecimento
e respeito aos nossos adversários.
Estamos engajados na aspiração
da vitória e muito confiantes,
mas ainda temos que lutar por cada voto
em favor do emprego em nossa região,
além de batalharmos diuturnamente
por uma votação expressiva
para nosso companheiro Márcio
Fortes que disputa uma vaga de deputado
federal, e tanto tem colaborado com a
nossa campanha e olhado com carinho e
dedicação para o povo do
Sul Fluminense.
Se a vitória vier, muito teremos
a comemorar e muito mais a trabalhar,
porém cabe ao povo, soberano que é,
no dia 1º de outubro, nos dar este
crédito.
Barra Mansa, 27 de setembro de 2006
ADEMIR MELO |
Um
governo paralelo
De escândalo em escândalo,
vai o governo Lula, sempre traído
por seus assessores e colaboradores.
Se formos contabilizar os números
de ex-assessores petistas que traíram
Lula, poderíamos, com toda certeza,
dar uma nova versão para a sigla
do partido: PT, Partido dos Traídores.
Os primeiros que traíram Lula,
como ele mesmo definiu, deram-lhe uma
punhalada nas costas. Sobrevivido ao
infortúnio inaugural, o presidente
foi alvejado novamente, e outra vez.
Os seus amigos, seus homens de confiança,
seus companheiros, não eram fieis
escudeiros e se revelaram homens de pouca
moral, que usaram da generosidade do
presidente para enganá-lo. Se
assim tem sido, enquanto Lula tiver ao
seu lado homens ligado ao PT, as traições
se sucederão e a vergonha moral
e política se abaterá sobre
toda a população brasileira.
Ao que se vê, segundo as palavras
do próprio presidente, é que
Lula e o PT são coisas totalmente
distintas e que os homens do seu partido,
que foram escolhidos por ele para ajudá-lo
no intento de administrar a vida de 190
milhões de brasileiros, estão
montando um governo paralelo dentro do
governo federal. Este governo paralelo,
petista e das sombras, é capaz
de produzir dossiês, espionar a
vida de cidadãos comuns, de magistrados,
de intervir nas instituições
federais para usá-las contra a
população em geral, de
intervir nos processos normais de contratos
e de licitações, de arquivar
processos movidos contra seus colaboradores,
de usar a máquina federal para
influenciar nas votações
do Congresso, de aparelhar o Estado para
o uso restrito de meia dúzia de
eleitos pelo Partido dos Trabalhadores.
Eles são capazes de tudo, até de
trair o idealizador e fundador do seu
partido, o pai natural de toda esta epopéia
petista, saída do escuro da Ditadura
Militar para impor a ditadura das sombras,
dentro de um governo eleito pelo povo.
Isto é, verdadeiramente, o governo
do medo. Lula deve temer, e muito, este
processo nascido dentro do seu governo,
onde encontramos vários dos seus
assessores e amigos.
Me parece que o presidente Lula, tão
generoso, está passando por repetidas
traições e decepções,
promovidas pelos seus companheiros. É chegada
a hora de poupá-lo de tantas decepções, é chegada
a hora de livrá-lo deste fardo
pesado que tem sido a presidência
da República, pois, não
vai ser com o meu voto que vou ajudar
a outros traí-lo, usar da sua
bondade, e como prova da boa traição
ao presidente, ganhar carros novos, propinas,
cuecas milionárias, caixas de
uísque cheias de dólares,
notas de dólares que nunca circularam
no mercado, e tantos outros regalos mais.
Petrônio Souza Gonçalves
Belooriente@cidademais.com.br |
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