Voltar Arquivo / Valdinei Ferreira

BR-393
Políticos vão a Brasília
Comitiva será coordenada por representantes para discutir o edital de concessão da Rodovia Lúcio Meira

     VOLTA REDONDA - A deputada estadual do PT Inês Pandeló, o prefeito de Barra do Piraí, Luis Anchite e representantes do prefeito de Barra Mansa, entre outros, vêm acompanhando de perto a discussão sobre a BR-393, que agora vai chegar a Brasília. É que depois do Fórum de Debates sobre o assunto, realizado pela Associação Comercial, Industrial e Agropastoril (Aciap-VR), dia 21, em Barra do Piraí, políticos foram escolhidos para coordenar a comitiva que vai a Brasília (DF) nos próximos dias para discutir sobre o edital de concessão da rodovia, denominada Lúcio Meira.
     De acordo com o presidente da Aciap-VR, Carlos Alberto dos Santos, a partir e agora os coordenadores estão empenhados para compor a comitiva e estabelecer uma data para levar o assunto a Brasília. O presidente da Aciap-VR garante que a discussão passou a ser agora política e deverá contar com o maior número de representantes da região. Diz ainda que os coordenadores deverão mobilizar os políticos do Sul Fluminense com a finalidade de se montar uma comitiva para ir a Brasília conversar com o ministro dos Transportes.
     Carlos Santos informou que o motivo que levou a Aciap-VR a trabalhar nesse projeto foram os possíveis danos que toda a região pode sofrer caso seja feito um edital de concessão em que os interesses da população não sejam ouvidos. Como exemplo de luta cita a implantação de postos de pedágio em Dorândia, distrito de Barra do Piraí. Isso, segundo ele, não só cortaria a cidade como a região, tendo em vista que o Sul Fluminense é integrado, ou seja, existe uma movimentação grande de pessoas entre todas as cidade.
     O presidente da Aciap-VR esclareceu ainda que essa etapa do processo é política e a região precisa da ajuda de seus deputados, prefeitos e vereadores. “Convidamos todos os políticos da região para participarem, mesmo assim muitos não compareceram nem enviaram representantes, talvez por excesso de compromissos ou por não entender a importância da matéria”, disse Santos.