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Economia

Coletores querem salário de R$ 1,6 mil

24/03/2014

Barra Mansa

Os coletores de lixo do município querem o mesmo aumento percentual dos garis do Rio de Janeiro, o que corresponde a 36%. Isso daria um salário a categoria de Barra Mansa de R$ 1.624,00, incluído a insalubridade que é de 40%. Hoje o salário do coletor é de R$ 1.160,00. Com esse mesmo cálculo, o motorista de caminhão de lixo passaria a ganhar R$ 2.219,52. No caso dos motoristas, a insalubridade é de 20%. Esses dados são referente aos salários dos funcionários da Greenlife, empresa responsável temporariamente pela coleta de lixo do município.

Só em base de comparação, piso salarial do professor da rede estadual de ensino é de R$ 1.100,00, segundo informou coordenadora regional do Sindicato Estadual de Profissionais de Educação (Sepe), Maria das Dores Mota, a Dodora. “O salário de coletor é um recado que os governos dão a sociedade que não vale a pena estudar. Todos sabem que não dá para viver com R$ 1,1 mil por mês. Só o aluguel custa na base de R$ 600,00. O jovem vê estes salários e vão se perguntar: ‘pra que estudar?’”, desabafou a sindicalista, que ponderou:

“A luta dos garis cariocas foi muito bonita e mostrou aos sindicatos que vale a pena lutar. Agora o piso salarial é injusto a qualquer categoria, ainda mais naquelas que o profissional precisa de um curso universitário”. O piso apresentado pelo Sepe é referente aos professores do primeiro ciclo do Ensino Fundamental (antigo primário).

O coordenador da Greenlife no Sul Fluminense, Plínio Ribas, afirmou que a empresa só vai começar a negociar o aumento salarial dos coletores em agosto, quando é a data-base da categoria. Ele evitou em comentar sobre a reivindicação dos trabalhadores de Barra Mansa. “Atuamos em diversos municípios do estado e só na cidade que tivemos problemas”, disse Ribas, referindo-se aos dias em que os coletores da cidade fizeram uma paralisação reivindicando o mesmo aumento salarial dos garis cariocas.

Na ocasião, os vereadores se reuniram com Ribas e com diretor-executivo do Saae (Serviço Autônomo de Água e Esgoto), Horácio Delgado para pedir explicações sobre a coleta de lixo na cidade. Na reunião, Delgado disse aos parlamentares que o edital para licitação da nova empresa ainda está em fase de elaboração e, por isso, a empresa Greenlife continuará prestando serviço ao município.

“A licitação é de R$ 20 milhões. Isso atrai muitas empresas e tem que cumprir várias exigências. Não é tão simples assim. Quando a nova empresa assumir, o contrato da Greenlife vai ser cancelado automaticamente”, disse Horácio, durante a reunião na Câmara de Vereadores. O Tribunal de Contas do Estado (TCE), segundo o diretor-executivo do Saae, não apontou nenhuma irregularidade no contrato temporário com a Greenlife.

 

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