Foto: Arquivo C.F.Santana |
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BARRRA MANSA - O hemonúcleo do município apela à população barramansense para a doação de sangue. De acordo com o assessor administrativo do hemonúcleo, Flávio Fagundes, há falta do sangue O negativo. “Não temos nenhuma reserva desse tipo. Se acontecer algum imprevisto não temos nem a quem recorrer, pois o Hemorio está na mesma situação”, revela Flávio.
O assessor diz que a Campanha de Natal para doação começou no dia 25 de novembro, Dia Mundial do Doador, mas mesmo assim o número de doadores não foi suficiente para abastecer o estoque. “Ficamos muito preocupados. Esta é a época mais crítica, pois engloba três grandes festas: Natal, Ano Novo e Carnaval. Nesse período o número de acidentes cresce, por isso a necessidade do número de doações aumenta”, explica o assessor.
Flávio diz que durante todo o ano o Hemonúcleo trabalha com o estoque na capacidade regular. “Sempre temos entre 700 e 800 bolsas de sangue. Mas quanto mais doações melhor. Fazemos um apelo para que a população compareça ao Hemonúcleo e doe sangue”, explica Flávio, acrescentando que o Hemonúcleo atende as cidades de Barra Mansa, Volta Redonda, Pinheiral, Piraí e Rio Claro.
Flávio explica que uma das condições básicas para ser um doador é ter entre 18 e 65 anos. “É preciso também ter peso acima de 50 quilos e gozar de boa saúde”, diz. Ele explica que ao comparecer na unidade de doação, o voluntário deve levar um documento de identidade que possua foto. “Muitas pessoas pensam que para doar sangue é preciso estar de jejum, mas isso não é necessário. Devem apenas evitar, 12 horas antes da coleta, bebidas alcoólicas e alimentos gordurosos”, explica Flávio.
O assessor descreve que após feito o cadastro do doador, algumas etapas são seguidas. “O voluntário passa por uma triagem clínica onde serão avaliadas suas condições para doação. Depois do resultado positivo, o doador é encaminhado para sala de coleta, e após dez minutos de recolhimento de sangue, ele é encaminhado ao setor de hidratação, onde ganha um lanche”, conta, acrescentando que o órgão possui cinco cadeiras para coleta sanguínea.
Flávio diz que doar sangue é uma forma de colaborar com o próximo. “Já que estamos em época de confraternização, convido as pessoas para confraternizarem com os pacientes de hospitais que necessitam de sangue e salvem a vida dessas pessoas”, finaliza Flávio. |