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O prefeito de Quatis, Alfredo de Oliveira (PT), se submeterá a uma cirurgia nas veias das pernas amanhã, na Casa de Saúde Santa Maria, em Barra Mansa. O procedimento faz parte do tratamento médico iniciado em maio, quando ele teve diagnosticada uma tromboflebite na perna direita.
A previsão é de que o prefeito tenha alta no dia seguinte à operação, mas Alfredo ficará de repouso pelo menos duas semanas em casa, no bairro Jardim Pollastri, de onde despachará diariamente com secretários e assessores municipais, vereadores e lideranças de segmentos organizados da sociedade.
Ao anunciar oficialmente semana passada a realização da cirurgia ao secretariado municipal, Alfredo disse que seu governo pode comemorar mais uma conquista importante para o desenvolvimento da cidade: o crescimento do orçamento do município, que em menos de quatro anos cresceu duas vezes, passando dos cerca de R$ 13 milhões em 2005 para mais de R$ 26 milhões.
O problema de saúde do prefeito foi constatado numa consulta médica realizada na manhã do dia 26 de maio passado, no Hospital São Lucas, instituição filantrópica responsável pelo atendimento de emergência na cidade.
A tromboflebite é um trombo (coágulo) que se não for tratado da forma adequada pode acarretar conseqüências graves, entre elas a ocorrência de um infarto, de um acidente vascular encefálico ou de um edema pulmonar, daí a importância de o paciente seguir os cuidados necessários para que o problema seja curado imediatamente.
“No meu caso, as orientações médicas foram seguidas à risca, motivo pelo qual eu voltei a trabalhar normalmente na segunda quinzena de junho na prefeitura, após um período de repouso em minha residência. A cirurgia de amanhã representa apenas mais uma etapa do tratamento. Trata-se de uma cirurgia muito simples. Tanto é que no dia seguinte mesmo deverei ter alta do hospital”, disse Alfredo.
REELEIÇÃO
Foi justamente a tromboflebite diagnosticada na perna direita do prefeito Alfredo de Oliveira que o fez desistir da disputa pela reeleição na votação de anteontem, domingo. Os médicos o alertaram de que o esforço físico excessivo por conta dos constantes deslocamentos durante a campanha poderia agravar o problema de saúde.
“Em Quatis não há propaganda eleitoral pelo rádio e pela televisão, o que faz das caminhadas pelos bairros a atividade principal de uma campanha política. Por isso, tive que optar por cuidar da minha saúde neste momento”, afirmou.
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