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SUL FLUMINENSE
O trabalho para buscar a eleição nas câmaras municipais tem que ser contínuo e trabalhoso, haja vista o número de candidatos que disputaram as cadeiras existentes. Os que conseguiram ser eleitos, seja por quantidade de voto ou apenas pela legenda, comemoram. O fato é que os eleitos estão festejando e, além disso, os que conseguiram ser os melhores colocados estão rindo a toa e sentindo um peso maior na responsabilidade.
Em Volta Redonda, o vereador que vai para o terceiro mandato, Carlos Paiva (PT), obteve 4.694 votos e foi o mais votado. Volta Redonda conta com 207.710 eleitores e teve 281 candidatos a vereador. Junto com Paiva foram eleitos Neném (PCdoB), com 3.466, Edson Quinto (PR), com 3.220 votos, Tigrão (PMDB) alcançou 3.133 votos; Paulo Conrado (PSL) teve 2.856 votos, Toninho Oreste (PMDB) com 2.697, América Tereza (PMDB) com 2.627 votos, Júnior Granato (PDT) teve 2.486 votos, Luis Soró (DEM) alcançou 2.478 votos, Marquinho Motorista (PCdoB) com 2.434 votos, Francisco Chaves (PSC) com 2.130 votos, Joel Fortini (PTdoB) teve 1.991, José Augusto (PSL) com 1.691 e Jair Nogueira (PV) com 1.434 votos.
Paiva revelou que com a sua votação aumentou também a responsabilidade com os eleitores e demonstra a confiança da população. Ele conta que havia acompanhado pesquisas até o mês de setembro e para ele foi uma surpresa agradável. “Significa que estou no caminho certo. Sempre tentei ser um instrumento de movimentos sociais na câmara; sou humano, erro, mas tenho um respeito grande pelo dinheiro público e sempre persigo a questão da ética”, diz.
O vereador reeleito lembra que durante seis anos de seu mandato procurou promover o gabinete itinerante nos bairros, frisando à população a importância de participar da vida pública. Nos últimos dois anos estendeu seu trabalho para escolas e universidade. Paiva se compromete em continuar com essas bandeiras e lutar para que a cidade avance na saúde, na construção de novas creches e na busca com parcerias. Ele quer ainda promover uma maior intervenção do Poder Público na questão do centro comercial da Vila Santa Cecília.
BARRA MANSA
Na cidade, depois de três mandatos sendo o campeão de votos, Zé Abel (PMDB) volta para participar de seu quarto mandato, que começou também atingindo a marca de mais votado. Ele teve na eleição de domingo 3.456 votos. O município conta com 124.675 eleitores e foram 195 candidatos a vereador. Além de Zé Abel foram eleitos Leiteiro (PSDB) com 3.320 votos, Baianinho (PV) com 3.076 votos, Vicentinho (PSB) obteve 2.534, Sônia Coutinho (PSB), 2.214 votos, Lula (PMDB), 1.955, Luis Antônio Cardoso (PMDB), 1.893, Ueslei da Farmácia (PRTB) registrou 1.732, Elias da Corbama (PRTB) com 1.455, Guto Nader (PR) obteve 1.433 votos, Maurício (PT) com 1.278 e Marcelo Cabeleireiro (PT) com 1.277.
O vereador eleito Zé Abel declarou que aprendeu com a vida a não se alegrar muito com as coisas alegres e a não se entristecer com as coisas difíceis, mas sua eleição foi uma grande felicidade. “Mais de três mil pessoas lembraram do meu nome. Esses votos foram de trabalho, de amigos, pessoas que admiram nosso trabalho. Não tinha dinheiro para fazer propaganda”, diz. Zé Abel cita que na Região Leste será necessário trabalhar por algumas coisas, como o asfalto, além da policlínica 24 horas.
RESENDE
Um dia após se tornar o candidato mais bem votado para a Câmara de Vereadores com expressivos 2.216 votos, o médico Gláucio José de Mattos Julianelli (PSB), o Dr.
Julianelli, teve uma rotina normal de segunda-feira. Pela manhã, esteve atendendo na Santa Casa do município, onde trabalha. Ele revela que não esperava receber esse número de votos, pois considera a disputa para vereador muito difícil. E confessa que a possibilidade de trabalhar pela melhoria da Santa Casa foi o que o motivou a entrar na política. O médico explica que hoje se evita procedimentos cirúrgicos de alto risco porque a Santa Casa não dispõe de uma Unidade de Tratamento Intensivo (UTI). Esses procedimentos estão sendo transferidos para o Hospital de Emergência, que acaba sobrecarregado. “Vou em busca da reabertura da unidade que vai favorecer em muito a saúde do município”, revela.
Foram eleitos para a câmara, além de Julianelli, Pedra (PV) com 1.930, Romério (PMDB) obteve 1.463, Carlos Santa Rita (PSDB) com 1.294, Célio Caloca (PMDB) com 1.251, Kiko (PP) teve 1.202 votos, Tímica (PMDB) com 1.189, Pedro Paulo (PP) com 1.183, Tivo (PTdoB) com 989, Gilmar Moreira (DEM), 875 votos e Mirim (DEM), 871.
PORTO REAL
Ele foi reeleito com 678 votos para o seu terceiro mandato na Câmara de Porto Real e ainda por cima com a maior votação entre todos os candidatos. Para o democrata José Roberto Pereira da Silva, os números parecem que foram criados para ser vencidos. Na primeira eleição, em 2000, foi o segundo mais votado, com 357 votos. Em 2004, aumentou sua votação, ficando também em segundo lugar, com 407 votos. No último domingo, atingiu a maior votação para a câmara na história política da cidade, com 6,33% dos votos válidos, o maior percentual entre os candidatos eleitos na região Sul Fluminense.
Para José Roberto, a excelente votação no pleito eleitoral deste ano deu-se em razão do reconhecimento da população de Porto Real ao seu trabalho na Câmara Municipal e na vida pública do município. “Devo essa votação aos amigos leais, que me acompanham há 12 anos na vida pública. É resultado também de um trabalho sério feito pelo governo Jorge Serfiotis, do qual me orgulho de fazer parte”, diz José Roberto.
Além de José Roberto, foram eleitos Rafael de Carvalho Lima (DEM) com 504 votos, Cacilda Serfiot (PSC) com 430, Heitor da Hm (PTB) 415, Jayme Silva (PTB) com 402 votos, Sérgio Hotz (PTB) obteve 380, Tum da Padaria (PP) com 360, Bianca (PSDB) com 295 e João de Sousa (PRB) teve 225 votos.
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