O Brasil perde cinco posições no ranking
mundial de competitividade. Elaborado pela escola de negócios suíça
IMD e divulgado ontem, o país ficou em 49º lugar entre 55 países e regiões
econômicas.
A sugestão dos analistas do IMD é que o país promova durante 2007
reformas nos sistemas tributário e previdenciário, assim como nas leis
trabalhistas, e comece a implementar medidas que melhorem a educação
em todos os níveis. Um reforço da legislação penal e criminal,
visando a reduzir a corrupção e a violência, e também a introdução
de iniciativas que ajudem a diminuir a pobreza e a desigualdade podem ajudar o país a recuperar as posições perdidas.
O Chile, em 23º lugar, é o país mais competitivo da região,
segundo o ranking, elaborado com informação estatística e de
pesquisas de opinião. O segundo latino-americano mais bem colocado é a Colômbia, que perdeu dois lugares e ficou em 38º.
O México tornou-se a terceira economia mais competitiva da
América Latina. Mas sua melhora de posição dentro da região só
aconteceu porque o país caiu menos do que o Brasil, agora quarto.
Outra grande baixa na América Latina foi sofrida pela Argentina,
que perdeu quatro posições na classificação geral e ficou em 51º.
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