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Reprodução TV Globo |
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Condenado a 30 anos de prisão o fazendeiro Vitalmiro Bastos de Moura, o "Bida", pela morte da missionária Dorothy Stang, em fevereiro de 2005, em Anapu, no Oeste do Pará. A sentença saiu às 16h50 de ontem. Por cinco votos a dois, os jurados entenderam que ele foi um dos mandantes e mentor intelectual do crime. A pena é de 30 anos de reclusão por homicídio duplamente qualificado, com o agravante de a vítima ser idosa. Moura não poderá recorrer da sentença em liberdade.
O fazendeiro negou envolvimento no caso, no primeiro dia de júri, e disse não conhecer a missionária americana. A declaração foi reforçada por um dos acusados de executar o crime. Rayfran das Neves, condenado a 27 anos por ter efetuado os disparos que mataram a religiosa, mudou a versão dos 12 depoimentos que havia feito à Justiça
e inocentou Moura.
Ainda falta ir a julgamento outro fazendeiro que também é acusado de ser um dos mandantes do crime. Reginaldo Pereira Galvão aguarda o júri em liberdade.
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