Através
de um circuito interno com 12 câmeras,
que faz o monitoramento de 532 presos
do regime fechado que circulam pelos
corredores e pátios internos da
Penitenciária Estadual de Rio
Grande (RS), que policiais
militares controlam a movimentação
dos detentos. Mesmo com todo esse aparato,
havia fugas. Um projeto criativo mudou
essa realidade: cães rottweilers
doados pela comunidade estão ajudando
na segurança.
Para a direção da Penitenciária, os animais reforçam
a segurança e fazem uma barreira contra fugas. Há dois anos, eles
estão no canil do presídio e, nesse período, nenhuma
fuga foi registrada.
Construído ao redor do prédio, o canil tem um muro de mais de 5
metros de altura. Os 26 animais que foram doados pela comunidade "trabalham" na
vigilância durante 24 horas: passam o dia na parte externa e a noite
nos pátios internos.
Aqueles que tentaram escapar se arrependeram.
Segundo um funcionário, um preso cavou
um buraco, deu de cara com o cachorro e desistiu
da fuga.
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