Os bens de 13 pessoas e cinco empresas acusadas de desvios de verbas da extinta Superintendência do Desenvolvimento da Amazônia (Sudam) foram novamente postos a indisposição pela Justiça Federal no Pará.
Com a decisão, chega a 33 o número de envolvidos no caso Sudam que tiveram os bens desbloqueados em abril e que, neste mês, foram novamente decretados indisponíveis.
As empresas Agroindustrial Terra Norte S/A, Agropecuária Pedra Roxa S/A, Agropecuária Santa Efigênia S/A., Agropecuária Vitória Régia S/A. e Indústria Café Ouro Preto S/A. tiveram os bens bloqueados, assim como os acusados Armindo Dociteu Denardin, David Castor De Abreu, Elvis Antônio Lazarini, Francílio Valdenor de Almeida Pinheiro, Francisco Adailson Nobre Mendonça, Ivete Fernandes de Abreu, José Albano Fernandes Sobrinho, José Mario Lazarini, Laudelino Délio Fernandes Neto, Luciano Albano Fernandes, Maria Auxiliadora Barra Martins, Silvane Vieira dos Santos e Silvério Albano Fernandes.
Segundo o Ministério Público Federal no Pará, os bens estavam desbloqueados porque o juiz federal Herculano Martins Nacif arquivou ações por improbidade administrativa movidas pelo MPF. Nacif entendeu que tais ações só valem contra servidores públicos.
O procurador regional da República Marco Antônio Almeida entrou com recursos no Tribunal Regional Federal da 1ª Região e ajuizou ações civis públicas pedindo a devolução das verbas desviadas.
No início do mês, o juiz federal Antonio Carlos Campelo, determinou a indisposição dos bens de outras 12 pessoas e três empresas. |