Entraram em greve ontem por tempo indeterminado servidores de 26 Instituições Federais de Ensino Superior (Ifes). Na lista das reivindicações, um item prático, aumento dos salários, e dois políticos. Os integrantes do movimento são contrários à aprovação do Projeto de Lei Complementar 01, que faz parte do pacote legal do Plano de Aceleração do Crescimento (PAC). Ele fixa um novo limite para gastos com despesas de pessoal. Os servidores pedem ainda que o governo desista da idéia de adotar novo modelo de administração de hospitais universitários.
Semana passada, embora sem um consenso, uma reunião entre representantes de funcionários e o ministro da Educação, Fernando Haddad, foi realizada. Está marcada para dia 6 a nova reunião. Em nota, o secretário de Educação Superior do Ministério da Educação, Ronaldo Mota, afirmou entender que a greve é, em si, um instrumento democrático e legítimo de qualquer categoria de trabalhadores. |