Beatriz confia que o número de doações aumente quando o novo aparelho chegar |
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BARRA MANSA - Fez um mês na última semana que as doações do hemonúcleo estão suspensas. O motivo é o defeito na centrífuga refrigerada, um aparelho primordial para a coleta de sangue. De acordo com a coordenadora do hemonúcleo, Ana Beatriz Sellani, o aparelho é responsável pela separação do sangue do plasma. “Desde quando a centrífuga quebrou a Secretaria de Saúde está negociando com a Secretaria Estadual para o recebimento do equipamento”, explica a coordenadora, informando que a prefeitura já arcou com a finalização das obras do hemonúcleo e não há verbas para a compra do equipamento que é de alto custo.
Para ela, ao invés da compra de um novo equipamento, uma boa idéia seria a compra de dois, um serviria de reserva. “Não podemos ficar sem as doações. Atendemos seis cidades e na falta do município referência, que é Barra Mansa, o Hemorio é quem abastece os municípios”, destaca Ana Beatriz, informando que, além de Barra Mansa, as cidades de Piraí, Rio Claro, Volta Redonda, Pinheiral e Bananal contam com o hemonúcleo local. Mesmo com esse problema, ela destaca que o sangue que o Hemorio tem enviado está sendo suficiente para a demanda das cidades. “A medida que solicitamos eles nos fornecem, nesse tempo de doações paradas, não tivemos grandes problemas”, descreve Ana Beatriz.
Para ela em um momento de grandes números de pessoas infectadas com dengue a doação é essencial. “Antes de o aparelho estragar, estávamos com um bom número de doadores. É muito inconveniente o doador vir até aqui e pedir para que ele volte em um outro dia”, admite.
A coordenadora conta que mesmo no Hemorio a situação do estoque dos sangues de fator negativo está preocupante. “Todos os tipos do RH negativo, estão começando a faltar, quando retornarem as doações, esperamos que as pessoas com esse tipo sanguíneo compareçam ao hemonúcleo”, declara a coordenadora.
Para melhorar as futuras doações, a coordenadora, explica que os soldados do Tiro de Guerra estão convocados a doar. Ela explicou que os soldados, escolas e o grupo Abadá capoeira, foram procurados para fazer um trabalho de conscientização da importância da doação de sangue. Por conta dessa ação ela espera que o movimento seja grande quando a doação for retomada.
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