Will é a Lenda
Os fãs de Will Smith não têm do que reclamar. Eu Sou a Lenda (I am Legend), que estréia hoje nos cinemas da região, traz o astro sozinho em cena quase o tempo todo. A boa noticia é que quem estiver interessado apenas em um bom filme, e gostar de ficção cientifica, também vai sair do cinema bastante satisfeito.
Eu sou a Lenda, que adapta pela terceira vez ao cinema o romance clássico de Richard Matheson, conta a história de Robert Neville, um cientista que pode ser o último homem vivo da Terra. Ele tenta sobreviver a um vírus mortal que arrasou o planeta. Neville luta para não enlouquecer com a solidão e a maior parte do tempo conta apenas com a companhia de Sam, uma cadela pastor alemão. Durante o dia, ele assiste a filmes, planta, caça, joga golfe e, sobretudo, tenta encontrar uma cura usando seu sangue imune. Mas à noite é obrigado a fugir e se esconder dos Infectados, em que a população de Nova Iorque se transformou. Os infectados pelo vírus se tornam uma espécie de vampiros, que espreitam nas sombras observando cada passo de Neville, esperando que cometa um erro fatal. Até que ele descobre que não está sozinho.
Entre os sobreviventes está a brasileira Anna, interpretada por Alice Braga, sobrinha de Sonia Braga. Alice foi a única escolha da produção para o papel, não precisou de testes, e Will Smith revelou que queria trabalhar com ela desde que assistiu a Cidade de Deus. O ator também disse que gostaria de mais cenas de amor com ela.
Visualmente impactante e com adrenalina sempre alta, Eu Sou a Lenda é dirigido por Francis Lawrence, autor de Constantine, e roteirizado por Akiva Goldsman, ganhador do Oscar por Uma Mente Brilhante. O filme quebrou o recorde de melhor abertura de todos os tempos para um filme em dezembro (76,5 milhões de dólares) e significa também o maior trabalho da carreira de Will Smith. |