Web Voz
- ANO XXXVII - Estado do Rio de Janeiro
 
Editorial Política Cidades Economia Polícia Justiça Esporte Variedades
Imprimir Indique essa página Voltar 
Dúvidas: colunas@avozdacidade.com
 
07 / 06 / 2008
Edição: 11.365
 
09 / 05 / 2008
Edição: 11.336
 
28 / 03 / 2008
Edição: 11.294
 
01 / 03 / 2008
Edição: 11.267
 
16 / 02 / 2008
Edição: 11.253
 
31 / 01 / 2008
Edição: 11.237
 
18 / 01 / 2008
Edição: 11.224
 
11 / 01 / 2008
Edição: 11.217
 
04 / 01 / 2008
Edição: 11.210
 
18 / 12 / 2007
Edição: 11.193
 
14 / 11 / 2007
Edição: 11.159
 
23 / 10 / 2007
Edição: 11.137
 
12 / 10 / 2007
Edição: 11.126
 
03 / 10 / 2007
Edição: 11.117
 
25 / 09 / 2007
Edição: 11.109
 
15 / 09 / 2007
Edição: 11.099
 
04 / 09 / 2007
Edição: 11.088
 
18 / 08 / 2007
Edição: 11.071
 
04 / 08 / 2007
Edição: 11.057
 
25 / 07 / 2007
Edição: 11.047
 
18 / 07 / 2007
Edição: 11.040
 
11 / 07 / 2007
Edição: 11.033
 
07 / 07 / 2007
Edição: 11.029
 
29 / 06 / 2007
Edição: 11.021
Edição: 11.237  -  31 / 01 / 2008
Ingrid Oliveira Pereira - meioambiente@avozdacidade.com

CICLOS BIOGEOQUÍMICOS – OXIGÊNIO, O ELEMENTO DA VIDA

A manutenção do planeta através de processos naturais que mantêm a vida na Terra é conseqüência de uma série de eventos que ocorrem o tempo todo em forma de ciclos, que quando acontecem de maneira contínua e sem interferência resultam na mais perfeita harmonia biológica.

Os ciclos biogeoquímicos são a mais maravilhosa forma de controle da vida na terra, onde tudo é aproveitado. Desses ciclos destacam-se o da água, oxigênio, gás carbônico e nitrogênio, ambos intimamente ligados, desempenham o bom funcionamento do planeta.

Nos últimos anos, a grande preocupação dos cientistas do mundo todo são os efeitos causados pela poluição global, tais como o efeito estufa, o aquecimento global, a diminuição da camada de ozônio, entre outros acontecimentos que estão causando o pânico da população. Esses efeitos são conseqüências de alterações nos ciclos, que estão acontecendo em decorrência da falta de conscientização da população.

Para entendermos melhor como isso ocorre é preciso analisar cada ciclo. Embora estejam intimamente ligados, cada um atinge um ponto em especial. O oxigênio, por exemplo, é o segundo elemento mais abundante da Terra, representando cerca de 21% dos componentes do ar. No ecossistema ele é captado de três maneiras: como gás oxigênio, utilizado por plantas e animais através da respiração; como gás carbônico através da fotossíntese, e pela água, nos diversos processos que ocorrem no ambiente.

Nesses processos, os átomos de oxigênio combinam-se com os de hidrogênio, onde formaram as moléculas de água (H2O), que durante a respiração serão eliminadas na forma de transpiração e excreção. Esses excretas farão parte de processos metabólicos, onde novamente o oxigênio estará presente, incorporado a matéria orgânica ou em decomposição, podendo, assim, retornar a atmosfera em forma  de gás carbônico (CO2).

As moléculas de água também estarão presentes durante a fotossíntese e nesse processo o oxigênio será liberado em sua forma livre (O2). Esse oxigênio livre é aproveitado pelos seres viventes da terra e é vital para a sobrevivência do planeta. Na atmosfera, esse oxigênio livre sofrerá a ação constante dos raios ultravioletas, dando origem ao ozônio (O3) que irá compor a camada de ozônio.  Essa camada de ozônio, situada numa faixa de 25 a 30 quilômetros da estratosfera, é a grande protetora da vida no planeta e graças a ela os raios ultravioletas do sol não atingem a Terra com tanta intensidade.

Nos últimos anos, uma série de descobertas mostrou que essa proteção natural do planeta corre um grande perigo devido à emissão de uma gama de poluentes que estão sendo liberados na atmosfera. Atualmente os pesquisadores apontam os clorofluorcarbonos como os grandes responsáveis pelo chamado buraco na camada de ozônio. Esses poluentes, mais conhecidos como CFCs, surgiram em 1931 para serem usados em refrigeradores. Os CFCs são compostos por cloro, flúor e carbono que quando chegam à estratosfera são decompostos pelos raios ultravioleta, destruindo o oxigênio. Para se ter uma idéia, cada átomo de cloro de CFC pode destruir 100 mil moléculas de oxigênio e o maior problema é que os CFCs são muito estáveis e segundo pesquisas, depois de 139 anos, metade da quantidade liberada no ar ainda permanece na atmosfera.

As conseqüências econômicas e ecológicas da diminuição da camada de ozônio ainda são incertas sobre a magnitude dos danos ao planeta. Hoje, o que sabemos é que além de causar o aumento da incidência de câncer de pele deverá ocorrer o desaparecimento de milhares de espécies animais e vegetais e a sobrevivência do planeta será uma incógnita.


Com objetivo de lhe proporcionar a melhor cobertura dos acontecimento, queremos saber qual editoria você costuma ler:

Mundo / Brasil / Rio

Política

Polícia

Economia

Cidades

Esporte

Caderdo de Variedades

  A Voz do Grande Aterrado
  Atendimento ao Cliente
  Batendo de Primeira
  Cartas e E-mail
  Cinema
  Edificando Vidas
  Help me
  Histórias e Fatos
  Instituto Millenium
  Legislativo em Ação
  Literatura
  Maria Emília (social)
  Meio Ambiente
  Notas e Notas
  Palavras da Verdade
  Pelegrino
  Zapeando
 
 

Bióloga Ingrid Oliveira Pereira

 © 1970-2007 - A Voz da Cidade - Todos Direitos Reservados
Desenvolvido por: Thiago H. de Oliveira - thiago@avozdacidade.com
Atualizado por: Sérgio Caetano Jr - sergiocjr@avozdacidade.com
NEWSLETTER - digite seu e-mail
 ok
Se não conseguir ver as páginas em PDF, CLIQUE AQUI  
Capa
Banda Sinfônica da Aman comemora 95 anos
Apresentação aberta acontece no Teatro da Aman
Cinema
Clone Wars: quase um filme
Teatro
‘Nelson Freitas e vocês’ será apresentado no Gacemss
Exposições
Exposição Formas Informais termina no fim de semana
Música
Madonna pode fazer mais um show no Rio

-