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QUATIS
A coordenação da Coligação Cidade Unida repudiou veemente a ação cometida por vândalos que, na madrugada de terça para quarta-feira, destruíram algumas propagandas do candidato a prefeito doutor Oswaldo e de seu vice, doutor Dimer. Dentre as propagandas que foram danificadas, uma se encontrava instalada na Estrada Floriano-Porto Real, próxima à Clínica Vale do Paraíba, e outra em uma rua ao lado da Macopil. Cerca de quatro a cinco propagandas, entre placas e faixas, sofreram algum tipo de dano, algumas com perfurações, outras rasgadas e até incendiadas, segundo levantamento de membros da campanha.
Para integrantes da coordenação, o ato feriu a democracia e mostrou que algumas pessoas não desejam a mudança da política da cidade. “Acreditamos que o vandalismo tenha sido praticado por um pequeno grupo de pessoas incomodadas com o crescimento da nossa campanha. São pessoas que não estão preocupadas com crescimento da cidade e com a melhoria da qualidade de vida da população”, disse um dos coordenadores, achando estranho, já que placas de outros candidatos que se encontravam próximas não foram danificadas. “A população tem acolhido muito bem as nossas caminhadas e participado dos eventos promovidos pela coligação. Não será a ação de um pequeno grupo que vai nos acomodar, pelo contrário, dará mais força para que possamos seguir caminhando rumo à vitória do doutor Oswaldo a prefeito e do doutor Dimer a vice-prefeito, bem como de nossos candidatos a vereador”, declarou.
A coordenação também comunicou que a atitude praticada durante a madrugada é contra o que a coligação vem pregando, que é a paz na campanha. “Recentemente, promovemos a Caminhada da Mudança, que reuniu centenas de pessoas pelas ruas da cidade, vestidas de branco, a cor da paz e da saúde. No entanto, algumas pessoas se preocupam em agredir a campanha alheia com ações desse tipo. O eleitor quatiense é consciente e esclarecido e, com certeza, repudia estas ações”, lamentou.
O candidato a prefeito doutor Oswaldo também lamentou o episódio, classificando-o como uma afronta à democracia e ao direito sagrado do cidadão quatiense, que é de escolher e votar no candidato que vai conduzir os destinos do município pelos próximos anos. |