PORTO REAL/QUATIS
As eleições nas duas cidades transcorreram de forma tranqüila. Não foram registrados maiores problemas, somente alguns pequenos incidentes causados por cabos eleitorais que tentavam fazer boca-de-urna, o que é proibido por lei, e desacatos a autoridades isolados. Em Porto Real, nenhuma urna apresentou defeito.
Em Quatis, na seção 85, que funcionou no Colégio Estadual Américo Pimenta, os eleitores tiveram que esperar quase duas horas na fila em razão de problemas apresentados na urna eletrônica. O problema, por sinal, foi resolvido por volta das 11 horas com a chegada de um técnico da Justiça Eleitoral. Por sinal, as eleições modificaram o cotidiano da cidade. Devido à proximidade de quatros locais de votação, bem como da Justiça Eleitoral, num raio de 400 metros, o Centro da cidade recebeu uma grande movimentação de pessoas, principalmente em torno da Praça Teixeira Brandão.
A juíza, presidente da 183ª Zona Eleitoral, Priscila Dickie, percorreu todos os locais de votação durante todo o dia para acompanhar o andamento dos trabalhos, bem como desenvolveu um amplo trabalho de fiscalização, que contou com fiscais da própria Justiça Eleitoral, dos partidos e com o apoio das polícias Civil e Militar, responsáveis pela manutenção da ordem e segurança durante o pleito.
Os primeiros disquetes com os votos dos eleitores das duas cidades começaram a chegar ao Fórum de Porto Real, minutos após o término da votação. Às 18h20min, todos os disquetes já se encontravam no Cartório Eleitoral para processamento.
Para a juíza da 183ª Zona Eleitoral de Porto Real e Quatis, Priscila Dickie, responsável pela condução das eleições, o sucesso foi em razão do trabalho desenvolvido desde o início do processo eleitoral, pautado na organização para que tudo desse certo no dia de ontem. “As eleições transcorreram muito bem. Os eleitores também deram a sua contribuição, comparecendo às urnas e exercendo seu direito”, disse. |