
A cantora Mariana Biolchini conversou com a equipe do jornal A VOZ DA CIDADE a respeito da sua carreira musical, que é nova, mas bastante promissora.
Mariana tem apenas 16 anos, mas com 15 começou a se apresentar fazendo pontas ou dando “canjas” em shows dos amigos. E a música, que sempre foi a sua grande paixão, passou a fazer parte da sua vida e formação profissional. Mari, como é carinhosamente conhecida pelos amigos e fãs, está se apresentando com certa frequência em diversos ambientes musicais de Penedo, que fica em Itatiaia, Rio de Janeiro.
Na entrevista concedida no dia 21 de maio de 2012, Mariana Biolchini demonstrou maturidade e firmeza no seu propósito de seguir cantando e futuramente compondo, para a alegria de todos os brasileiros que estão assistindo o despertar de uma grande estrela, tão simpática e perspicaz quanto às grandes intérpretes da música brasileira.
A VOZ DA CIDADE -Fale um pouco do seu estilo.
Mariana - Canto um pouco de blues, rock clássico, soul. Estilos que, a meu ver, são ‘primos’ do jazz. Também canto um pouco de jazz, mas a base dos shows que faço e do que gosto de ouvir é o blues.
A VOZ DA CIDADE -A escolha pelo jazz surgiu através de alguma influência, ou você ao ouvir se identificou?
Mariana - Meus pais sempre ouviram, além de samba e MPB, muito rock internacional dos anos 60 e 70 e na casa do meu avô eu encontrava alguns CDs de jazz. Comecei a me interessar por esses tipos de música e a procurar, pesquisar mais. E quanto mais eu conheço, mais eu gosto!
A VOZ DA CIDADE - como você consegue administrar os seus compromissos de estudante com a sua carreira na música?
Mariana - Até agora não foi muito difícil conciliar esses dois fatores. Às vezes temos ensaios à noite e como estudo de manhã, fico um pouco cansada. Mas nada que atrapalhe meu desempenho escolar.
A VOZ DA CIDADE -Tem mais músicos na sua família? Você acha que herdou de alguém talinfluência ou é algo inato?
Mariana -Sim, inclusive meu pai participa do meu show, tocando percussão. Minha mãe canta muito bem e desde cedo tive um contato muito forte com a música. Fora isso, a arte sempre foi muito presente, sendo minha mãe artesã, minhas avós pintoras...
A VOZ DA CIDADE - Você já teve alguma experiência ligada à música fora do Brasil?
Mariana - Ainda não! Pretendo sair do Brasil com o meu trabalho, mas ainda estou no comecinho de minha carreira.
A VOZ DA CIDADE -Dos músicos que você interpreta, seja brasileiro ou estrangeiro, com quem você mais se identifica?
Mariana - Hmm, pergunta difícil... Talvez com Janis Joplin, por ela ter começado cedo e por diversão, mas a verdade é que não acho minha história muito parecida com as histórias dos grandes artistas que eu interpreto. Na questão do estilo musical, além de Janis, tenho escutado muito Led Zeppelin, Queen, Etta James, Frank Sinatra, Novos Baianos, Chico Buarque, etc…
A VOZ DA C IDADE -Você pretende seguir a sua carreira profissional de forma mais independente, ou pretende formar um grupo fixo?
Mariana - Pretendo seguir de uma forma mais independente.
A VOZ DA CIDADE -Você já se sente segura para compor?
Mariana - Não. Eu até tento, mas não consigo compor algo legal, infelizmente! Mas acho que um dia eu consigo.
A VOZ DA CIDADE -Você toca algum instrumento(s)? Se toca, qual ou quais?
Mariana - Sim, faço aula de violão
A VOZ DA CIDADE -Pretende seguir carreira acadêmica?
Mariana - Pretendo. Gostaria de fazer faculdade de música e/ou de cinema.
A VOZ DA CIDADE - Quais são os seus planos e o que acha do seu desempenho e da crítica tão positiva em relação ao seu trabalho?
Mariana - Pretendo continuar cantando e ganhar cada vez mais espaço na música (como aos poucos vem acontecendo). Adoro cantar, rola uma energia muito boa quando estou no palco e é melhor ainda quando o público responde positivamente.