Pintor e desenhista Frances, autor de algumas das principais obras de documentação histórica do Brasil. Debret nasceu em Paris em 18 de abril de 1768. Começando os estudos de arte em 1785 na Academia de Belas Artes, na capital francesa.
Posteriormente se tornou professor de desenho na Escola Politécnica (Paris). Em 1798 expõe no Salão de Paris o quadro “O General Messênico”, premiado em segundo lugar.
O artista Jean Baptiste Debret aos 31 anos foi convidado pelo Príncipe regente de Portugal D. João, em 1816 para retratar o momento ilustre da monarquia portuguesa. Debret sem dúvida foi mais do que um pintor oficial da nobreza, também atuou com muita competência na fundação da Academia imperial de Belas Artes do Rio de Janeiro, contribuindo como professor, atendendo, outro desejo de D. João VI.
No salão de 1805, seu quadro “Napoleão prestando homenagem a Bravura Malsucedida”, recebendo menção honrosa do instituto da França e foi comprado pela Assembléia Legislativa desse país. A queda de Napoleão Bonaparte, em 1815, fez com que Debret ficasse isolado do meio artístico. Aceitou, então, o convite de Joaquim Lebreton para integrar a missão francesa no Brasil, junto com Nicholas Taunay. Auguste Marie Taunay e Grabdlean de Montigny entre outros.
Durante a estada no país realizou retratos da família real, quadros históricos e gravuras que mostraram os costumem e as personagens do Rio de Janeiro da época de Dom João VI. As pinturas “Retrato de Dom João” e desembarque no Rio de Janeiro da ”Arquiduquesa Austríaca Maria Leopoldina em 1817” e os esboços de Aclamação de Dom Pedro I e Sagração de Dom Pedro I estão entre as mais importantes contribuições iconográficas para a documentação histórica do País.
Com esse grande projeto de pintura Debret revela sua profunda relação pessoal e emocional, adquirida em sua permanência no Brasil por 15 anos. Em 1831 o pintor solicitou licença ao Conselho das Regências para retornar a França, alegando a problemas de saúde. Dois motivos o levaram a tomar tal atitude, primeiro para juntar-se a sua família e segundo, ta importante para o artista retornar a França, alegando a problemas de saúde.
Dois motivos o levaram a tomar tal atitude, primeiro para juntar-se a sua família e segundo, tão importante ara o artista quanto à primeira era organizar o primeiro volume de sua obra “viagem” histórica ao Brasil. Debret morreu em II de junho de 1848 aos 80 anos de idade um tanto esquecido em uma França renascendo para República.