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Jovem é assassinado a tiros no Siderlândia

VOLTA REDONDA

Acusado de chefiar o tráfico de drogas no bairro Siderlândia, Wellington Gonçalves, o Welitinho, de 18 anos, foi morto a tiros na noite de quarta-feira. O jovem, que morava na Rua Araruama, no mesmo bairro, foi atingido por vários disparos na Rua Rio de Janeiro, também conhecida como Rua da Caixa D’Água.

O homicídio aconteceu por volta das 22 horas. Segundo o delegado titular da 93ª DP, Antônio Furtado, chovia muito no momento do crime, o que dificultou o trabalho da perícia. No entanto, numa análise preliminar foi possível perceber que a vítima foi alvejada por pelo menos dois tiros, que atingiram na perna e a nuca.

Furtado afirmou que, apesar da pouca idade, Welitinho era conhecido da polícia, onde teve várias passagens, algumas quando ainda era menor. “O jovem já foi autuado, entre outros crimes, por formação de quadrilha, porte ilegal de arma, tráfico de drogas, associação para o tráfico e homicídio”, enumera.

O delegado lembrou que Welitinho tinha mandado de prisão por suspeita de envolvimento na morte de 10 pessoas em Volta Redonda e Barra Mansa. “Por conta desses mandados, uma equipe da nossa delegacia fazia semanalmente incursão no Siderlândia para tentar prendê-lo. Principalmente porque tínhamos a informação de que ele teria herdado o cargo de chefe do tráfico após a prisão do Thiago Cabeça. Mas a morte o pegou antes da polícia”, diz.

Para o delegado, não resta dúvida de que o crime foi uma execução. “Olha, sabemos que muita gente tinha interesse em matá-lo. Então, não nos resta dúvida de que esse homicídio trata-se de uma execução”, analisa Furtado, que a partir de agora espera uma redução do número de crimes na região do Siderlândia, Belmonte e Padre Josimo.

“A sociedade agora tem um inimigo a menos. O Welitinho tinha participação em vários homicídios, participava de várias atrocidades contra moradores e era um braço armado da quadrilha que agia naquela região. Com certeza haverá uma diminuição dos crimes”, acredita.

Policiais que estiveram no local do crime informaram que nenhuma testemunha quis falar sobre a morte do traficante. Mesmo assim, o delegado adiantou que o homicídio será investigado.

“Não temos, até agora, nenhuma testemunha. Vamos ouvir a família da vítima e também tentar saber se há imagens de estabelecimentos próximos para tentar identificar o assassino. Independente de quem seja a vítima, nosso trabalho é investigar e prender os autores de crimes”, finaliza Furtado.

 

Postado em 03/01/2013 17:53:53

 
 
 
   
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